| PRESENÇA NA MÍDIA - REPORTAGENS - 2006 | ||||||
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| Educação
alimentar em pauta Reportagem do SPTV (Rede Globo) conversa com alunas sobre o assunto, em 16/11. |
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| Ser
aluno antenado faz diferença Trecho de matéria da Folha de S.Paulo, Caderno Fovest, 31/10/2006 |
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| Alunos
participam de foto para a revista Isto É Dinheiro Alunos são fotografados com consultor financeiro Gustavo Cerbasi, para a Revista Isto É Dinheiro, de 18/10. |
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| Vestibular Mudanças na Fuvest são comentadas por Thaís Martin, coordenadora do Colégio, para o Diário de São Paulo de 05/10. Confira. |
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| Merenda
Natureba Trecho de matéria da revista Veja S.Paulo, 20/9/2006, Educação. |
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Afogados
em números |
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| De
volta às aulas... A coordenadora Rosi Ussifati (1ª a 4ª) participa de matéria do Jornal da Tarde sobre a volta às aulas. |
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| Folga?
Não, férias em Harvard Fonte: JORNAL DA TARDE – 10/07/2006 |
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| Augusto Laranja no Jornal da Gazeta de 19/6 | ||||||
| Trocar
ou não de escola? Fonte: Jornal da Tarde, 19/6/2006, caderno Sua Vida-Educação |
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| Alunos
escrevem cartas à Seleção Fonte: Jornal da Tarde, 29/5/06 |
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| Nós
testamos o jogo da Copa Fonte: Folha de S.Paulo, caderno Folhinha, 27/5/06 |
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| Professora
de Geografia Teddy Chu é referência nacional sobre o
tema "desertos e desertificação". Veja matérias do Estado de Minas. |
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2005 |
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| Só
dá Avril Lavigne Fonte: Estadinho, em O Estado de S.Paulo, 24/9/2005 |
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| Rabiscos
Importantes Fonte: Revista Crescer – julho/2005 |
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| TV
Bandeirantes vem ao Augusto Laranja para reportagem sobre Batman 16/06/2005 |
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| Filme
na aula de História: diversão ou hora de aprender? |
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| Diversidade
e organização |
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| Augusto Laranja ilustra edição de março do "Guia Prático para Professores - 1ª a 4ª Série" | ||||||
| Computador
já é regra em escolas de SP |
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| Brasil
participa de programa internacional de aprendizagem compartilhada Colégio Augusto Laranja, de SP, integra projeto ImagiNations, da canadense Smart Technologies com estudantes de vários países. |
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| Colégio
Augusto Laranja: formando gente de expressão Fonte: Revista Direcional Escolas, fevereiro/2005 |
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| Mídia Colégio participa da revista Guia Prático para Professoras de Educação Infantil. |
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| O
Prêmio Nobel de Einstein |
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2004 |
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| Alunos
do Ensino Fundamental aprendem lições de democracia |
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| Organização
é o melhor caminho para encarar o vestibular |
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| TV
Bandeirantes filma aula de Matemática da 2ª Série
- Fundamental Data: 09/9/04 |
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Uniforme
Escolar bem na foto Ao longo dos anos o uniforme escolar passou por muitas transformações, mas não caiu em desuso. O vestuário marcou e marca tanto a vida dos estudantes que até se tornou objeto da exposição fotográfica “História do Uniforme Escolar no Brasil”. Em São Paulo a tradição vem desde a época dos jesuítas, em1554 no Colégio São Paulo de Piratininga. Nesse tempo a roupa escolar era recatada e formal e durante muitos anos essa foi sua a principal característica. Porém, com o esporte ganhando espaço no gosto popular na década de 70, o uniforme escolar se inspira no agasalho de elanca (tecido de poliéster que estica) usado para praticar cooper, assim tomando a forma que conhecemos atualmente. A publicitária Isabel Pires resolveu fazer uma pesquisa com estudantes de todo o Brasil, depois de ter que realizar um trabalho sobre esse público e não ter encontrado muita informação. Sua pesquisa passou a servir de referência para outros colegas de trabalho. ”Pessoalmente não achava que o assunto uniforme escolar interessasse tanto as pessoas”, diz ela. Então pensou: Por que não reunir tudo isso em um livro? Além do livro o material serviu também para organizar a exposição que conta com cerca de 80 fotografias. A exposição está no Colégio Augusto Laranja, em Moema (rua dos chanés, 205), e dia 10 de maio vai para a estação do metrô Sé. Posteriormente, as fotos circularam pelo resto do país. |
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Uniformes:
Espelho das gerações A roupa
reflete o que a pessoa é. Apesar do senso comum, a frase
pode ter um fundo de verdade. O uniforme escolar, enquanto vestimenta
padronizada de uma determinada categoria social, além de
servir para identificar os indivíduos de um grupo, se visto
por outro ângulo, expõe os costumes, hábitos
e características de uma geração. |
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Evento
gratuito conta história do uniforme Moda na escola - Inspirada em livro, exposição reúne 80 imagens desde 1901 e mostra diferentes tecidos, como fustão e tactel A professora
Margarida Elme, 68, passou quatro anos usando a mesma saia enquanto
estava na escola. Chamado de “roupa de crescimento”,
seu uniforme de garota nos anos 50 era tão resistente que
bastava sua mãe deixar uma barra bem comprida no avesso para
ir soltando conforme ela crescia. Onde: Colégio Augusto Laranja, rua dos Chanés, 205, Moema, das 9 às 19 horas. |
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Augusto Laranja na revista Nova Escola O Colégio marcou importante presença na edição especial da revista Nova Escola de abril de 2006, sobre Educação Infantil, por meio de fotos na unidade Campo Belo e de sugestões de atividades desenvolvidas para crianças de até 5 anos, dadas por nossas educadoras. Veja uma amostra abaixo. |
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Criança
precisa de Páscoa Professores dizem que manter a fantasia do coelho é importante para os alunos
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Fonte: Revista da Folha, 19/3/2006 Alguns colégios paulistanos instituem o estágio precoce obrigatório, para tentar ajudar o adolescente na decisão da carreira Eles
estudam em alguns dos colégios mais conceituados (e caros)
de São Paulo e se preparam para entrar nas melhores universidades
do país, o que exige estudos diários, muitos testes
e atividades complementares como... tirar xerox, atender telefone,
anotar recados e separar arquivos. Cinema
– Ainda que pequeno, o estágio precoce pode funcionar
como uma pitada de realidade na fantasia criada por livros, filmes
e séries de TV. Como muitos aspirantes à faculdade
de direito acabam descobrindo, o dia-a-dia de um advogado está
bem longe das tramas criadas por John Grisham, autor de livros como
“Dossiê Pelicano”, “O Júri”
e “A Firma”. |
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Augusto Laranja no Domingo Espetacular No dia 16/3 o Colégio recebeu a equipe do programa Domingo Espetacular, da TV Record, para uma reportagem sobre “comportamento dos jovens”, que faz parte de uma série do programa dominical. A apresentadora, a jornalista Patrícia Maldonado, conversou descontraidamente com alunos de 8ª Série e Ensino Médio e o resultado desse bate-papo está previsto para ir ao ar a partir do próximo domingo, 19/3, às 18 horas. Assistam!
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Colégio na Imprensa Escolas
piratas já são 30% na educação infantil
O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo estima que 1.500 pré-escolas 'de fundo de quintal' atuem no Estado. Para alertar os pais, está lançando a campanha de esclarecimento Escola Legal. Depois
de se infiltrar na indústria fonográfica, da moda
e do tabaco, a pirataria chega à educação.
Em um levantamento informal, o Sindicato dos Estabelecimentos de
Ensino no Estado de São Paulo (Sieeesp) descobriu que, das
4.500 escolas particulares de ensino infantil (pré-escola)
do Estado, 30% - ou um terço - estão em situação
irregular. Entenda-se por irregular a falta de registro junto aos
órgãos competentes e o não cumprimento da Lei
de Diretrizes e Bases (LDB) da Educação, de 1996.
Atenção
na hora da escolha |
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| É
hora de ir para a escola
É uma situação nova não só para ela, mas também para os pais e para a própria escola, que passará a estimular, conjuntamente com a família, o desenvolvimento do pequeno. Esse período é de grande angústia para os pais, que temem a separação e a adaptação do filho ao convívio escolar. Segundo Dora Pires, Orientadora Pedagógica e Psicopedagoga do Colégio Augusto Laranja, a adaptação a esta nova etapa começa muito antes da ida do filho para a escola, pois inicia-se com a assimilação dos pais. “O processo começa com a escolha da escola. Assim que realizada esta etapa, os pais precisam superar o temor da separação, compreender o processo de crescimento do filho que começa a sair para o mundo. Essa mudança deve ser elaborada e assimilada pelos pais. Eles precisam estar seguros da escolha”, explica. Cada criança tem seu tempo - É importante que os pais saibam que o período de adaptação varia muito de criança para criança, como explica Dora. “O tempo de adaptação depende da criança, cada uma tem seu tempo. Por isso, é importante a parceria da família com a escola, que resultará em uma criança que se sente mais segura. O tempo no começo é adaptável. O número de horas aumenta de acordo com as conquistas da criança e os pais devem fazer parte disso, a criança tem que ter alguém de quem gosta e confia por perto. Tem que sentir que aquele lugar foi escolhido com muito carinho e critério”. Quando os pais não podem ir -Outra questão que preocupa os pais é a impossibilidade de participar da vida escolar por motivos profissionais. Neste caso, não há com que se preocupar, pois familiares próximos podem desempenhar este papel com tranqüilidade. Quando os pais não aceitam a separação - Há situações em que a criança já está completamente adaptada à rotina escolar, mas os pais não. Isso se torna um sofrimento cada vez que a criança vai para a escola e, por isso, é fundamental planejamento e organização por parte da família e da escola. “O sucesso dessa adaptação depende do planejamento e organização. A adaptação tem vida e se move de acordo com os sentimentos e as percepções das pessoas envolvidas.”, ressalta Dora. Para auxiliar os pais nessa fase de difícil separação, o papel da escola é essencial. Final feliz - Com organização, planejamento, tranqüilidade e respeito ao tempo de cada criança e da família, o sucesso da adaptação à introdução escolar é garantido. “O novo sempre assusta, mas adaptar, sentir e perceber constrói espaços e sentidos dessa caminhada”, finaliza Dora. |
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Exercício de Cidadania O voto só é obrigatório a partir dos 18 anos. Quem tem 16 ou 17, pode escolher se quer ou não participar do referendo. |
Mesmo assim, tem muito jovem louco pra ter o primeiro gostinho de cidadania na vida. Com o título de eleitor na mão, Caio Bonadio, de 17 anos, está ansioso. Ele vai votar pela primeira vez no domingo. “É legal, porque é uma coisa diferente, não é uma eleição, é um referendo, acho que está mais ligado ao povo do que a políticos.” Numa turma do ensino médio, o referendo é assunto durante o intervalo, tema de conversa nos corredores e matéria da aula de história. Lição que não deixa dúvida. “Referendo é pra votar uma lei já existente, pra ratificar, pra ver se a população aprova mesmo pra ela entrar em vigor”, disse Carolina Lins, de 16 anos. No universo da aprendizagem, os adolescentes começam a se reconhecer também como cidadãos. “Antes eu ia votar com meus pais, você sozinho votar é muito estranho”, disse Henrique Paladino, de 17 anos. Em um colégio, os alunos deram uma aula de democracia. Divididos em dois grupos, eles próprios incentivaram e coordenaram um debate entre o SIM e o NÃO. Nas discussões, um tanto de razão, outro de emoção. “Você tem que pegar tudo que estão te falando, colocar na panela, misturar e ver o que é que dá”, disse Uirá Moreno, de 18 anos. Assim, os alunos vão aprendendo que votar é um ótimo exercício. “Acho bom a gente poder opinar sobre uma coisa dessas, que é importante para a sociedade”, disse Stephanie Barbatto, de 17 anos. Fonte: Jornal Hoje, Globo, 21/10/05. Veja a matéria no link: http://jornalhoje.globo.com/JHoje/0,19125,VJS0-3076-20051021-117729,00.html |
| Fonte: Diário do Comércio, 11/10/2005, cad. Especial. |
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| Só dá Avril Lavigne Fonte: Estadinho, em O Estado de S.Paulo, 24/9/2005 |
Quem não quer ser igual a Avril? “É só passar lápis em cima e embaixo dos olhos, molhar a ponta de um cotonete e borrar toda a maquiagem”, ensina Alexia Kolanian Chiste, de 10 anos. É assim, com o look Avril Lavigne, que ela e suas amigas vão se preparar este domingo (25/9) para ir ao Pacaembu. No figurino, jenas, correntes e tênis. “Vou com a camiseta da Avril e calça bem larga”, conta Vitória Bistulfi. “Eu com tênis com desenho do Exército, bermuda jeans, boné e mechas temporárias no cabelo”, diz Nicole Sapienza Colombo. As três fãs, que estudam no Colégio Augusto Laranja, ganharam o ingresso para o show de presente do Dia da Criança. E em comum também tem o fato de terem aposentado os discos de uma outra cantora teen, Sandy., que, segundo elas, ficou para trás. “As músicas novas dela são bregas, só gosto das antigas”, diz Nicole. Agora, todas querem ser a Avril. “Não precisava ser a Avril, só uma amiga dela”, diz Vitória, que quer chegar ao estádio antes de os portões abrirem, às 16 horas. O show começa às 19 horas.
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| Rabiscos Importantes
Fonte: Revista Crescer – julho/2005 |
Os primeiros rabiscos da criança, por volta dos 14 meses, são riscos longitudinais, desprovidos de controle motor e significados. Mas, acredite, dizem muito sobre seu filho. "A evolução da garatuja, nome dados aos desenhos infantis, é paralela ao desenvolvimento cognitivo da criança", explica a pedagoga Dora Pires dos Santos, orientadora pedagógica do Colégio Augusto Laranja , em São Paulo. Isso significa que, antes de controlar os movimentos de vai-e-vem da caneta, a maturação neurológica do bebê já percorreu um longo caminho. Os pais devem incentivar essa vontade de desenhar dos pequenos, pois a familiaridade com lápis e canetas é importante para a escrita. "É preciso oferecer material adequado, como giz de cera trifásico e folhas grandes, já que, a princípio, as crianças ignoram os limites do papel", diz a pedagoga. Se no começo os desenhos não fazem muito sentido, com 1 ano e meio, surgem os movimentos circulares. Mas é só por volta dos 4 anos que aparecem indícios de figuras humanas. E não se esqueça de supervisionar o seu artista, para que não se machuque com o lápis nem rabisque as paredes. |
| TV Bandeirantes vem ao Augusto Laranja para reportagem sobre Batman | ||
Os alunos da 1ª Série B mostraram à equipe de reportagem da emissora de TV que conhecem muito sobre o super-herói Batman. Trouxeram brinquedos, máscaras, estojos e outros objetos do famoso personagem, e até cantaram a música tema do "homem-morcego". A gravação, que aconteceu em 16/6, está prevista para ir ao ar no Jornal da Band, às 19h20min, no dia 17/6, data de estréia do filme Batman Begins. |
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Filme na aula de História: diversão ou hora de aprender? Fonte: Revista Nova Escola, maio/2005. |
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O cinema aproxima os alunos de situações, pessoas, cenários e sons do passado e do presente. Mas é preciso saber explorar esse importante recurso pedagógico para que a aula não seja simplesmente uma sessão pipoca e caia no vazio. Como aproveitar as fitas no ensino e melhorar o desempenho dos alunos Há tempos a professora de
História Maria Aparecida Pinho Cabral de Medeiros, do Colégio
Augusto Laranja, em São Paulo, tem um olhar crítico
e atento às possibilidades de uso dos filmes. No ano passado,
durante um trimestre, o tema de suas aulas na 7a série foi
a Idade Média. Para começar, Cida, como é conhecida
na escola, utilizou o quadro-negro e seus conhecimentos teóricos
sobre o assunto para explicar esse período. Mas era preciso
uma estratégia de ensino para aumentar o interesse da turma
pelas aulas.
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Diversidade e organização Fonte: Revista Direcional Escolas, abril/2005 |
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Oferecer aos alunos a oportunidade
de trabalhar com diversos materiais, adequados à faixa etária.
Essa deve ser a proposta das aulas de artes, na opinião de
Wanda Prado, coordenadora de artes de primeira a quarta série
e professora de educação artística do Colégio
Augusto Laranja. Entre os alunos de Educação Infantil,
Wanda comenta que são comuns os trabalhos de modelagem (com
argila, massinha de modelar,ou até mesmo massa de pão),
pintura em suportes grandes (como tela e papel) e muita pintura
a dedo. "Essas ações são necessárias
para estimular a coordenação motora fina dos pequenos",
define. Os professores utilizam a história da Arte, em suas
diversas fases, para orientar os trabalhos. |
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Augusto Laranja ilustra edição de março do "Guia Prático para Professores - 1ª a 4ª Série" |
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Mais
uma vez, o Colégio participa dessa publicação
dirigida a educadores, compartilhando com os leitores atividades,
experiências e conteúdos trabalhados com alunos na 1ª
a 4ª Série - Fundamental. Quem dá todas as dicas
são nossas professoras Cleusa de Pierro (3ª Série)
e Alba Serroni (4ª Série). Há exemplos de trabalhos
em Ciências, Matemática, Ecologia, Português, Artes.
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Computador já é regra em escolas de SP Fonte: O Estado de São Paulo, Caderno Link (11/04/05) |
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Computadores já são
a regra, e não a exceção, nas escolas paulistas.
Na cidade de São Paulo, 100% dos estabelecimentos de ensino
da rede municipal têm laboratórios de informática.
Na rede pública do Estado, o número é de 50,4%.
Entre as escolas privadas, somente as muito "alternativas",
que vêem na tecnologia uma ameaça, ainda mantêm
os alunos longe dos computadores. Fonte: Caderno Link - O Estado de São Paulo, 11/04/05
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| Brasil
participa de programa internacional de aprendizagem compartilhada Colégio Augusto Laranja, de SP, integra projeto ImagiNations, da canadense Smart Technologies com estudantes de vários países. |
Brasil participa de programa internacional de aprendizagem compartilhada Colégio Augusto Laranja, de SP, integra projeto ImagiNations, da canadense Smart Technologies com estudantes de vários países. A Smarter Kids Foundation, braço social da empresa canadense Smart Technologies para projetos voluntários em educação e tecnologia, realiza desde 2001 um programa que seleciona, a cada ano, 200 escolas do mundo todo para participarem de uma rede de intercâmbio de cultura e conhecimento. O ImagiNations, parceria com a FedEx e a fabricante de brinquedos TyTM, tem como objetivo possibilitar aos estudantes dessas escolas o contato com aspectos da cultura de outros países e, ao mesmo tempo, levá-los a refletir sobre a própria cultura e disseminá-la. Para tanto, conta com a ajuda de um mascote itinerante, simbolizado por um urso de pelúcia, que coleta informações sobre cada um de seus destinos e as compartilha nas jornadas seguintes. O Colégio Augusto Laranja é uma das escolas convidadas a integrar essa rede em 2005 e já se prepara para receber, durante todo o mês de abril, o urso "Binks". Um cronograma de atividades interdisciplinares envolvendo alunos da 1ª à 6ª Série do Ensino Fundamental foi criado, com a coordenação da área de Inglês, de modo que os estudantes possam tirar o máximo proveito dessa experiência. Para agregar à bagagem do urso viajante, eles produzirão um jornal com reportagens sobre a vivência de Binks na escola, contando tudo o que ele aprendeu em sua estada no Brasil: sua presença está prevista desde em aulas na Culinária, até em experiências científicas e atividades especiais de Educação Física. Os alunos deverão também incluir itens de nossa cultura, souvenirs, mapa de localização, fotos/desenhos e um objeto surpresa. Ansiosos e motivados, os jovens têm uma importante missão pela frente: a de serem porta-vozes de nosso país junto a comunidades escolares no mundo. Mais informações sobre o programa no site www.smarterkids.org Informações sobre o Colégio Augusto Laranja: (11) 5041 4433, com Claudia Boscari. |
| Colégio Augusto Laranja: formando gente de expressão |
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No final do mês de janeiro,
Mirza Laranja, diretora administrativa do Colégio Augusto
Laranja, estava com os dias lotados, às voltas com os preparativos
para mais um ano letivo prestes a começar. Reuniões
com pais, reformas e aquela agitação de início
de ano há muito tempo fazem parte da rotina de Mirza. O colégio
foi fundado por sua mãe, Arlete Rosas Augusto Laranja, e
sua tia, Lourdes da Silva Rosas, em agosto de 1966. Hoje, são
duas unidades em São Paulo: uma no bairro do Campo Belo,
para a educação infantil, e outra em Moema, para os
alunos da primeira série do ensino fundamental até
o ensino médio. No total, são 800 alunos e cerca de
200 funcionários. RAIO-X DA ESCOLA |
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Por Tarso Paulo Rodrigues,
Prof. Física do Colégio Em 1905, Einstein produziu alguns
artigos monumentais, entre eles, "O Tarso Paulo Rodrigues - Prof. e Coord.
Física do Augusto Laranja e
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