PRESENÇA NA MÍDIA - REPORTAGENS - 2006

2006

Educação alimentar em pauta
Reportagem do SPTV (Rede Globo) conversa com alunas sobre o assunto, em 16/11.
Ser aluno antenado faz diferença
Trecho de matéria da Folha de S.Paulo, Caderno Fovest, 31/10/2006
Alunos participam de foto para a revista Isto É Dinheiro
Alunos são fotografados com consultor financeiro Gustavo Cerbasi, para a Revista Isto É Dinheiro, de 18/10.
Vestibular
Mudanças na Fuvest são comentadas por Thaís Martin, coordenadora do Colégio, para o Diário de São Paulo de 05/10. Confira.
Merenda Natureba
Trecho de matéria da revista Veja S.Paulo, 20/9/2006, Educação.

Afogados em números
Fonte: Folha de S.Paulo, Caderno Folhinha, 02/9/2006

De volta às aulas...
A coordenadora Rosi Ussifati (1ª a 4ª) participa de matéria do Jornal da Tarde sobre a volta às aulas.
Folga? Não, férias em Harvard
Fonte: JORNAL DA TARDE – 10/07/2006
Augusto Laranja no Jornal da Gazeta de 19/6
Trocar ou não de escola?
Fonte: Jornal da Tarde, 19/6/2006, caderno Sua Vida-Educação
Alunos escrevem cartas à Seleção
Fonte: Jornal da Tarde, 29/5/06
Nós testamos o jogo da Copa
Fonte: Folha de S.Paulo, caderno Folhinha, 27/5/06
Professora de Geografia Teddy Chu é referência nacional sobre o tema "desertos e desertificação".
Veja matérias do Estado de Minas.
 
2005

Mídia
Alunos do Ensino Médio são entrevistados pelo Jornal Hoje (TV Globo), sobre o referendo. Matéria foi ao ar em 21/10.

Só dá Avril Lavigne
Fonte: Estadinho, em O Estado de S.Paulo, 24/9/2005
Rabiscos Importantes
Fonte: Revista Crescer – julho/2005
TV Bandeirantes vem ao Augusto Laranja para reportagem sobre Batman
16/06/2005

Filme na aula de História: diversão ou hora de aprender?
Fonte: Revista Nova Escola, maio/2005.

Diversidade e organização
Fonte: Revista Direcional Escolas, abril/2005

Augusto Laranja ilustra edição de março do "Guia Prático para Professores - 1ª a 4ª Série"

Computador já é regra em escolas de SP
Fonte: O Estado de São Paulo, Caderno Link (11/04/05)

Brasil participa de programa internacional de aprendizagem compartilhada
Colégio Augusto Laranja, de SP, integra projeto ImagiNations, da canadense Smart Technologies com estudantes de vários países.
Colégio Augusto Laranja: formando gente de expressão
Fonte: Revista Direcional Escolas, fevereiro/2005
Mídia
Colégio participa da revista Guia Prático para Professoras de Educação Infantil.
 

O Prêmio Nobel de Einstein
Por Tarso Paulo Rodrigues, Prof. Física do Colégio
Fonte: Fovest, Folha de S.Paulo, 27/01/2005.

 
2004

Alunos do Ensino Fundamental aprendem lições de democracia
Fonte: Revista Profissão Mestre, novembro/2004

Organização é o melhor caminho para encarar o vestibular
Fonte: Dicas - Guia do Vestibular, Jornal MetrôNews, 26/10/04

TV Bandeirantes filma aula de Matemática da 2ª Série - Fundamental
Data: 09/9/04
 

Uniforme Escolar bem na foto
Fonte: Site Folha Online - Coluna: Gilberto Dimenstein, 27/04/2006

Ao longo dos anos o uniforme escolar passou por muitas transformações, mas não caiu em desuso. O vestuário marcou e marca tanto a vida dos estudantes que até se tornou objeto da exposição fotográfica “História do Uniforme Escolar no Brasil”. Em São Paulo a tradição vem desde a época dos jesuítas, em1554 no Colégio São Paulo de Piratininga. Nesse tempo a roupa escolar era recatada e formal e durante muitos anos essa foi sua a principal característica. Porém, com o esporte ganhando espaço no gosto popular na década de 70, o uniforme escolar se inspira no agasalho de elanca (tecido de poliéster que estica) usado para praticar cooper, assim tomando a forma que conhecemos atualmente. A publicitária Isabel Pires resolveu fazer uma pesquisa com estudantes de todo o Brasil, depois de ter que realizar um trabalho sobre esse público e não ter encontrado muita informação. Sua pesquisa passou a servir de referência para outros colegas de trabalho. ”Pessoalmente não achava que o assunto uniforme escolar interessasse tanto as pessoas”, diz ela. Então pensou: Por que não reunir tudo isso em um livro? Além do livro o material serviu também para organizar a exposição que conta com cerca de 80 fotografias. A exposição está no Colégio Augusto Laranja, em Moema (rua dos chanés, 205), e dia 10 de maio vai para a estação do metrô Sé. Posteriormente, as fotos circularam pelo resto do país.

 

Uniformes: Espelho das gerações
Fonte: Jornal A tribuna de Santos - 24/04/2006

A roupa reflete o que a pessoa é. Apesar do senso comum, a frase pode ter um fundo de verdade. O uniforme escolar, enquanto vestimenta padronizada de uma determinada categoria social, além de servir para identificar os indivíduos de um grupo, se visto por outro ângulo, expõe os costumes, hábitos e características de uma geração.
Quem viveu na época dos uniformes escolares mais tradicionais não esquece — e recorda com nostalgia a roupa. Ex-secretário de obras durante três mandatos em Santos, Cyro Fortes Vaz, hoje com 80 anos, estudou em uma das últimas turmas masculinas do Colégio São José (por volta de 1935).
‘‘No dia-a-dia, usávamos uma roupa parecida com a de um marinheiro’’, comenta. Para as ocasiões especiais havia a farda de gala, com paletó e quepe. ‘‘Todo domingo nós nos vestíamos assim para ir à missa, o que era comum’’.
A exposição A História do Uniforme Escolar no Brasil, que tem início hoje e vai até o dia 28, no Colégio Augusto Laranja, na Capital, comprova esta tese. Em cerca de 80 fotografias, pode-se observar a influência da moda da época em cada modelo de vestimenta escolar. ‘‘Apesar de pouco abordado, é um assunto importante, afinal a maior parte da vida nós usamos uniforme’’, diz a coordenadora do projeto, Isabel Pires.
As reproduções — cuja ênfase está no século 20 — foram cedidas por escolas centenárias ou vieram de acervos particulares. Segundo a pesquisadora, o uniforme sempre acompanhou a tendência da moda a que pertecia, seja pela estética ou pela tradição. Assim, o ambiente austero das décadas de 1920/1930 pode ser observado nas imagens em que as crianças aparecem trajando roupas semelhantes a de adultos. ‘‘As meninas usavam saias longas e escuras, blusas com babados, enquanto os garotos usavam pequenos paletós’’.
Isabel explica que os modelos se modificam de acordo com as tendências do momento. ‘‘Na década de 20, por exemplo, o comprimento das saias diminuiu; na de 60, as pregas começam a entrar em desuso’’. Ela relata que as pessoas mais jovens que visitam a exposição — que é itinerante e já passou por Rio de Janeiro e Belo Horizonte — ficam surpresas ao deparar com imagens de garotos vestidos com gravatas, chapéus e luvas, como acontecia no início do século passado.
Geração
A atual geração habituou-se aos uniformes mais despojados, usualmente constituídos de camisas de malha, calças e agasalhos — e bermudas, dependendo da região — de elanca ou tactel. Segundo Isabel, a tendência começou no fim dos anos 60, com o advento dos tecidos sintéticos, que proporcionaram a confecção de roupas mais leves, que não amassam e são fáceis de secar. ‘‘É uma moda mais descompromissada, esportiva, influenciada pela que se utiliza nas ruas’’. Algumas peças, como a saia, passaram a ser esquecidas.
As fotografias fazem parte de um livro, lançado no ano passado, cujo título deu origem ao da exposição. Os estudantes são favoráveis ao uso do uniforme, explica Isabel, mas acham que os modelos poderiam ser mais ‘‘modernos’’. Para a mostra, o estilista Daniel Maia criou peças feitas a partir de opiniões de jovens. ‘‘Eles pediram roupas largas, com muitos bolsos, em tons alegres’’. Cerca de mil estudantes participaram da enquete, realizada antes da publicação da obra.
Costume
A professora aposentada Edna Rong Capparelli diz que, apesar de hoje parecer excessivamente formal, os uniformes antigos não desagradavam às crianças. ‘‘Era um questão de costume, todos estavam habituados a se vestir daquela forma’’. Ela lembra que, na Escola Sagrado Coração de Maria, no cotidiano usava saia pregada, blusa com gravata, meia soquete e sapatos sempre pretos.
‘‘Lembro com saudades. Os uniformes eram muito mais bonitos e caprichados que os de hoje’’, diz Sebastiana Lourdes Cardoso, que estudou no extinto Ateneu Santa Amélia, durante a década de 50. ‘‘Sempre guardávamos um jogo novo para usar especialmente no Dia da Independência’’, recorda.

 
 

Evento gratuito conta história do uniforme
Fonte: Folha de SP, 20/04/2006

Moda na escola - Inspirada em livro, exposição reúne 80 imagens desde 1901 e mostra diferentes tecidos, como fustão e tactel

A professora Margarida Elme, 68, passou quatro anos usando a mesma saia enquanto estava na escola. Chamado de “roupa de crescimento”, seu uniforme de garota nos anos 50 era tão resistente que bastava sua mãe deixar uma barra bem comprida no avesso para ir soltando conforme ela crescia.
Aluna da 5ª série, Letícia Fernandes, 9, nem imagina como seria sua rotina com apenas um modelo de uniforme. Vestindo calça e casaco de moletom ontem, ela dizia que sua escola precisa oferecer mais opções às alunas, além do moletom, dos conjuntos de tactel, dos vestidos jeans e dos casacos de lã. Seu objeto de desejo é uma saia.
Dos anos 50 para cá, mudaram a moda, os tecidos, o comportamento. Os uniformes seguiram o movimento. Da blusa de fustão (um tecido de algodão riscado) à calça de tactel, passando pelas gravatas obrigatórias até para meninas (que dona Margarida usou), o estilo das roupas vestidas por estudantes desde 1901 é a base da exposição “História do Uniforme Escolar no Brasil”, aberta a visitação no próximo dia 24, no Colégio Augusto Laranja.
Com entrada franca, ela ficará na escola até o dia 28. Em maio, as 80 fotos vão para a estação Sé do metrô. Elas mostram vestidos de alças largas acompanhados por cordões com crucifixos dos anos 20 e as calças e paletós com cinturão e botas pretas dos meninos da década de 50. “Pelos retratos, percebemos tendências como comprimento e forma das saias, uso de chapéus e aventais, estilo de camisas e casacos. Até os anos 80, o uniforme sempre acompanhou as mudanças da moda”, diz Isabel Pires, coordenadora do livro que dá nome à mostra. “Depois, se tornou mero agasalho esportivo. Os alunos reclamam com razão.”
(...) Alguns educadores dizem que o uniforme pode causar uma perda de referência pessoal. Por isso acreditam que, na adolescência, quando grande parte dos valores coletivos já foi sedimentada, ele perde a utilidade. “Os alunos desta idade já estão mais maduros”, diz a diretora do Colégio Augusto Laranja, Rosa de Paula. “Para os que usam uniforme, as escolas tentam seguir a evolução da moda.”
O estilista Jun Nakao indica como adaptar uniformes a gostos diversos. “Basta dar opções para personalizar a roupa com pequenos detalhes. Um uniforme tem de ser simples e confortável, mas permitir uma certa individualidade”, afirma. “Hoje as roupas têm uma carência de linguagem e acabamento. As escolas ainda não perceberam como o uniforme pesa em sua imagem e na do aluno.”
Se palpites estudantis influírem na modernização, o processo promete ser rápido. “Gostaria de poder usar calça jeans e short”, diz a aluna do quarto ano Diana de Oliveira, 8. “Podia ter boné na escola”, sugere Pedro Gualtiari, 10.

Onde: Colégio Augusto Laranja, rua dos Chanés, 205, Moema, das 9 às 19 horas.

 

Augusto Laranja na revista Nova Escola

O Colégio marcou importante presença na edição especial da revista Nova Escola de abril de 2006, sobre Educação Infantil, por meio de fotos na unidade Campo Belo e de sugestões de atividades desenvolvidas para crianças de até 5 anos, dadas por nossas educadoras. Veja uma amostra abaixo.

 

Criança precisa de Páscoa
Fonte: Jornal da tarde, 10/04/2006

Professores dizem que manter a fantasia do coelho é importante para os alunos


Com cinco anos, seu filho já pede celular e computador de presente, questiona a invasão americana no Iraque durante o jantar e debate as eleições na sala de aula. Dá para falar com ele sobre coelho da Páscoa? É certo a escola insistir na fantasia toda vez que o “feriado achocolatado” se aproxima?
Sim, diz Carla Menezes, coordenadora da Unidade de Educação Infantil do Colégio Augusto Laranja. “Hoje em dia, a criança é trazida à realidade muito cedo. Ela vê o jornal na tevê, participa das conversas dos pais. Por isso, resgatar a questão da fantasia é fundamental.”
A escola já está inteira enfeitada para receber a Páscoa, com desenhos de coelhos e ovos por todos os cantos. Tudo para criar o suspense. Na quarta-feira, aparecerá o tão esperado coelho. “É preciso acreditar nele nessa fase da vida. É importante para o desenvolvimento infantil”, afirma Carla.
A mesma opinião é compartilhada por Marta Bitetti, coordenadora pedagógica da Escola de Educação Infantil Ápice. “Assim como o Natal, a Páscoa é uma data propícia para o desenvolvimento da criatividade da criança. Além disso, auxilia os pequenos a lidar com a noção de tempo, já que eles associam a Páscoa à comemoração que chega depois do Carnaval, antes da Festa Junina.” Marta conta que a Ápice também já está toda decorada com motivos pascalinos. “Espalhamos as marcas dos passos do coelho pela escola e escondemos bilhetinhos.” Atividades relacionadas à data também são desenvolvidas - na sexta, as crianças pintaram cestas de Páscoa.
As duas coordenadoras fazem questão de ressaltar que a fantasia é deixada bem longe das questões religiosas. “Aproveitamos a data para introduzir nas crianças valores positivos, como a solidariedade. Mas nada ligado à religião”, adianta Marta. Neste ano, as crianças da Ápice vão doar chocolates e mantimentos para uma instituição de caridade.
“Mostramos o ovo como um símbolo da vida, um incentivo para o recomeço, a retomada. O coelho é passado como a fartura, a fertilidade, a renovação. Tudo isso sem nenhum cunho religioso”, emenda Carla. “Temos crianças de várias religiões na escola e cabe aos pais passar a elas os seus valores.”
Também é tarefa dos pais manter ou acabar com a fantasia do coelho, diz a coordenadora. “Não acho que seja papel da escola contar se o coelho existe ou não.” No entanto, Carla admite: “Na maioria das vezes, a criança descobre sozinha”. Hoje, mais do que nunca.

 

 

Vida de estagiário

Fonte: Revista da Folha, 19/3/2006

Alguns colégios paulistanos instituem o estágio precoce obrigatório, para tentar ajudar o adolescente na decisão da carreira

Eles estudam em alguns dos colégios mais conceituados (e caros) de São Paulo e se preparam para entrar nas melhores universidades do país, o que exige estudos diários, muitos testes e atividades complementares como... tirar xerox, atender telefone, anotar recados e separar arquivos.
A “vida de estagiário” não é uma necessidade financeira para esses estudantes de segundo grau, nem uma opção. Faz parte da grade curricular obrigatória de colégios como Humboldt, Augusto Laranja e a Escola Suíço-Brasileira, todos na zona sul.
“A gente percebeu que os alunos ficavam tão focados nas provas, que não pensavam muito no que realmente queriam fazer de suas vidas”, conta Almir Augusto Laranja, coordenador de ensino médio da escola fundada por sua família. As palestras e conversas com o orientador profissional não resolviam o problema. “Sabe como adolescente é, escutar não é o forte deles. Então implementamos o estágio, para mostrar um pouco a esses jovens, que vivem num ambiente mais protegido, como é o mundo real.”
A experiência fez Karin Levay, 17, do Humboldt, mudar seus planos para o futuro. Influenciada pelo irmão mais velho, ela estava tentada a cursar contabilidade , mas a “vocação” não resistiu a uma semana no escritório de uma empresa de alimentação. “Eles trabalhavam muito mesmo e tinham que se preocupar com dezenas de detalhes.” A Karin, pareceram movidos a copos e copos de café. “Quando vi o tanto de café que eles tomavam durante o dia, pensei: Essa não é a vida que quero para mim”, lembra Karin, que agora quer estudar cinema.
Nem sempre, porém, a escolha ocorre a tempo. Segundo uma pesquisa realizada pela USP no ano passado, 44,5% dos alunos que abandonam a faculdade atribuem a decisão à descoberta de que fizeram a escolha errada.
Para complicar, os adolescentes contam hoje com mais opções de profissões. Há muitas carreiras novas e algumas entram na moda. Hoje, muita gente quer fazer comércio internacional, por exemplo, mas eles têm que pensar se o dia-a-dia daquela profissão será bom”, afirma Heitor José Siqueira, coordenador da Escola Suíço-Brasileira.
Ele estima que, após o estágio (que ali dura um mês), metade dos alunos confirma que quer fazer o curso planejado, 25% descobrem que não querem aquela carreira de jeito nenhum e 25% continuam n dúvida.
Júlia Ribeiro Villa, 17, está no grupo que teve suas expectativas confirmadas. Gostou tanto do estágio que fez num centro de ajuda psico-social que neste ano pretende voltar ao serviço como voluntária. “Sempre tive uma queda por psicologia”, conta.
Já Anna Schäfer, 17, estagiou no setor de comunicação da Mercedes Benz e saiu ainda mais decidida a cursar letras. Mas a “decisão” empaca um pouco na dúvida do que fazer quando tiver o diploma na mão. Uma possibilidade é dar aulas, mas os pais, ambos professores, desaconselham, por achar que a profissão não é valorizada. “Outra opção é fazer jornalismo, que eu acho que dá mais dinheiro.”

Cinema – Ainda que pequeno, o estágio precoce pode funcionar como uma pitada de realidade na fantasia criada por livros, filmes e séries de TV. Como muitos aspirantes à faculdade de direito acabam descobrindo, o dia-a-dia de um advogado está bem longe das tramas criadas por John Grisham, autor de livros como “Dossiê Pelicano”, “O Júri” e “A Firma”.
“Já descartei direito. Eu tinha aquela idéia de filme norte-americano, e no estágio vi que é uma coisa muito mais rotineira, os escritórios são cheios de arquivos, os advogados lêem um monte de coisas”, conta Diogo Baptista, 17, que também estagiou em dois consultórios médicos – e adorou. Agora, quer ser geriatra.
“Eu pensava que era como nos filmes, aquela discussão toda elaborada em torno de idéias, mas não é assim. Acompanhei uma causa trabalhista em que os advogados conversavam entre si, o juiz perguntava se havia acordo e pronto. Acabou”, conta Lays Gomes, 16. As pilhas de ações com mais de cinco anos surpreenderam a estudante, assim como as obrigações da profissão. “Eu imaginava que a gente só defendia o lado do ‘bonzinho’, mas não é assim. Se o chefe ou cliente diz: você vai defender essa ação, a gente não tem muita escolha”, acha.
Lays gostou da experiência, embora, diz, tenha descoberto que estagiário é o “capacho da empresa”. “Pelo menos, percebi o que não quero fazer”, afirma, enfatizando o não. Já o que quer continua uma incógnita; na dúvida, ela decidiu adiar o vestibular por um tempo e fazer, a partir do ano que vem, um curso profissionalizante. A área? Comércio internacional. Ah, a moda...

Augusto Laranja no Domingo Espetacular

No dia 16/3 o Colégio recebeu a equipe do programa Domingo Espetacular, da TV Record, para uma reportagem sobre “comportamento dos jovens”, que faz parte de uma série do programa dominical. A apresentadora, a jornalista Patrícia Maldonado, conversou descontraidamente com alunos de 8ª Série e Ensino Médio e o resultado desse bate-papo está previsto para ir ao ar a partir do próximo domingo, 19/3, às 18 horas. Assistam!

 

 

 

 

 

 

 

Colégio na Imprensa

Escolas piratas já são 30% na educação infantil
Fonte: Jornal da Tarde, 21/02/2006

O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo estima que 1.500 pré-escolas 'de fundo de quintal' atuem no Estado. Para alertar os pais, está lançando a campanha de esclarecimento Escola Legal.

Depois de se infiltrar na indústria fonográfica, da moda e do tabaco, a pirataria chega à educação. Em um levantamento informal, o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (Sieeesp) descobriu que, das 4.500 escolas particulares de ensino infantil (pré-escola) do Estado, 30% - ou um terço - estão em situação irregular. Entenda-se por irregular a falta de registro junto aos órgãos competentes e o não cumprimento da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da Educação, de 1996.
Para coibir a ação das "escolas de fundo de quintal", como são conhecidas, o Sieeesp está lançando a campanha Escola Legal.
"As escolas ilegais não passam de 'tomadoras de conta' de crianças, onde o professor faz o papel de pajem. Muitas vezes, a proposta pedagógica inexiste", acusa Roberto Prado, diretor-executivo do Sieeesp. "É algo preocupante, pois justo nessa fase da vida é preciso trabalhar bem o aluno." Os colégios que estão em processo de legalização não são considerados piratas pelo sindicato.
A quantidade de escolas ilegais também tem deixado os órgãos oficiais em alerta. "À medida que tomamos conhecimento da sua existência, essas instituições são notificadas e obrigadas a reportar-se à Coordenadoria de Educação. Mas nem todas o fazem", afirma Anna Maria Meirelles, assistente técnico-educacional da Secretaria Municipal de Educação. "Eu não tinha conhecimento da campanha, porém ela tem nosso total apoio, pois traz um ganho de qualidade no serviço educacional", completa.
"É direito dos pais, porque são consumidores, pesquisar e questionar se a escola está regulamentada, e se tem autorização para funcionar. O que a família deve saber é qual a linha pedagógica do colégio, se é algo concreto e aplicado junto aos alunos", afirma a professora Maria Zélia Dias Miceli, consultora educacional da Avalia Assessoria Educacional.

Atenção na hora da escolha
Arlete Augusto Laranja, diretora-geral do Colégio Augusto Laranja, (150 crianças na pré-escola), diz que a família deve estar atenta aos detalhes. "Os pais não têm obrigação de entender de pedagogia, mas devem procurar conhecer profundamente a proposta pedagógica da escola, para perceber se há uma identificação com os valores e opções da família. A aprendizagem se dá na relação e é essencial entender o que fundamenta as ações da escola. Isso se traduz em como a instituição vai lidar com as questões da convivência, com as necessidades particulares de cada criança, e como se relacionará com cada família", explica a diretora.
Arlete aconselha a família a observar condições básicas da escola, como higiene das instalações, qualidade e manutenção dos brinquedos e equipamentos, cuidados com a água, limpeza dos tanques de areia e luminosidade. "Nessa idade, o desenvolvimento da criança acontece ao brincar. Uma boa escola oferece espaço físico adequado, seguro e convidativo, ambiente que favoreça a livre expressão, interação entre as pessoas e, acredito ser o mais especial, professores qualificados."

 

É hora de ir para a escola
Fonte: Revista Brincando Em Família, nº 7, ano 2, 2006
Trecho da entrevista com a Orientadora Pedagógica da Educação Infantil do Augusto Laranja, Dora Pires.


Após um relacionamento integral com os pais e familiares chega a hora da criança descobrir o mundo através do início da vida escolar.

É uma situação nova não só para ela, mas também para os pais e para a própria escola, que passará a estimular, conjuntamente com a família, o desenvolvimento do pequeno. Esse período é de grande angústia para os pais, que temem a separação e a adaptação do filho ao convívio escolar. Segundo Dora Pires, Orientadora Pedagógica e Psicopedagoga do Colégio Augusto Laranja, a adaptação a esta nova etapa começa muito antes da ida do filho para a escola, pois inicia-se com a assimilação dos pais. “O processo começa com a escolha da escola. Assim que realizada esta etapa, os pais precisam superar o temor da separação, compreender o processo de crescimento do filho que começa a sair para o mundo. Essa mudança deve ser elaborada e assimilada pelos pais. Eles precisam estar seguros da escolha”, explica.

Cada criança tem seu tempo - É importante que os pais saibam que o período de adaptação varia muito de criança para criança, como explica Dora. “O tempo de adaptação depende da criança, cada uma tem seu tempo. Por isso, é importante a parceria da família com a escola, que resultará em uma criança que se sente mais segura. O tempo no começo é adaptável. O número de horas aumenta de acordo com as conquistas da criança e os pais devem fazer parte disso, a criança tem que ter alguém de quem gosta e confia por perto. Tem que sentir que aquele lugar foi escolhido com muito carinho e critério”.

Quando os pais não podem ir -Outra questão que preocupa os pais é a impossibilidade de participar da vida escolar por motivos profissionais. Neste caso, não há com que se preocupar, pois familiares próximos podem desempenhar este papel com tranqüilidade.

Quando os pais não aceitam a separação - Há situações em que a criança já está completamente adaptada à rotina escolar, mas os pais não. Isso se torna um sofrimento cada vez que a criança vai para a escola e, por isso, é fundamental planejamento e organização por parte da família e da escola. “O sucesso dessa adaptação depende do planejamento e organização. A adaptação tem vida e se move de acordo com os sentimentos e as percepções das pessoas envolvidas.”, ressalta Dora. Para auxiliar os pais nessa fase de difícil separação, o papel da escola é essencial.

Final feliz - Com organização, planejamento, tranqüilidade e respeito ao tempo de cada criança e da família, o sucesso da adaptação à introdução escolar é garantido. “O novo sempre assusta, mas adaptar, sentir e perceber constrói espaços e sentidos dessa caminhada”, finaliza Dora.

 

 

Exercício de Cidadania

O voto só é obrigatório a partir dos 18 anos. Quem tem 16 ou 17, pode escolher se quer ou não participar do referendo.


Mesmo assim, tem muito jovem louco pra ter o primeiro gostinho de cidadania na vida.

Com o título de eleitor na mão, Caio Bonadio, de 17 anos, está ansioso. Ele vai votar pela primeira vez no domingo. “É legal, porque é uma coisa diferente, não é uma eleição, é um referendo, acho que está mais ligado ao povo do que a políticos.”

Numa turma do ensino médio, o referendo é assunto durante o intervalo, tema de conversa nos corredores e matéria da aula de história. Lição que não deixa dúvida. “Referendo é pra votar uma lei já existente, pra ratificar, pra ver se a população aprova mesmo pra ela entrar em vigor”, disse Carolina Lins, de 16 anos.

No universo da aprendizagem, os adolescentes começam a se reconhecer também como cidadãos. “Antes eu ia votar com meus pais, você sozinho votar é muito estranho”, disse Henrique Paladino, de 17 anos.

Em um colégio, os alunos deram uma aula de democracia. Divididos em dois grupos, eles próprios incentivaram e coordenaram um debate entre o SIM e o NÃO. Nas discussões, um tanto de razão, outro de emoção. “Você tem que pegar tudo que estão te falando, colocar na panela, misturar e ver o que é que dá”, disse Uirá Moreno, de 18 anos.

Assim, os alunos vão aprendendo que votar é um ótimo exercício. “Acho bom a gente poder opinar sobre uma coisa dessas, que é importante para a sociedade”, disse Stephanie Barbatto, de 17 anos.

Fonte: Jornal Hoje, Globo, 21/10/05.

Veja a matéria no link: http://jornalhoje.globo.com/JHoje/0,19125,VJS0-3076-20051021-117729,00.html

 

 


Fonte: Diário do Comércio, 11/10/2005, cad. Especial.

 

 

 

 

Só dá Avril Lavigne

Fonte: Estadinho, em O Estado de S.Paulo, 24/9/2005

Quem não quer ser igual a Avril?

“É só passar lápis em cima e embaixo dos olhos, molhar a ponta de um cotonete e borrar toda a maquiagem”, ensina Alexia Kolanian Chiste, de 10 anos. É assim, com o look Avril Lavigne, que ela e suas amigas vão se preparar este domingo (25/9) para ir ao Pacaembu. No figurino, jenas, correntes e tênis. “Vou com a camiseta da Avril e calça bem larga”, conta Vitória Bistulfi. “Eu com tênis com desenho do Exército, bermuda jeans, boné e mechas temporárias no cabelo”, diz Nicole Sapienza Colombo.

As três fãs, que estudam no Colégio Augusto Laranja, ganharam o ingresso para o show de presente do Dia da Criança. E em comum também tem o fato de terem aposentado os discos de uma outra cantora teen, Sandy., que, segundo elas, ficou para trás. “As músicas novas dela são bregas, só gosto das antigas”, diz Nicole.

Agora, todas querem ser a Avril. “Não precisava ser a Avril, só uma amiga dela”, diz Vitória, que quer chegar ao estádio antes de os portões abrirem, às 16 horas. O show começa às 19 horas.


As fãs Victória, Manuela, Alexia,Vitória e Gabi

 

 

 

Rabiscos Importantes

Fonte: Revista Crescer – julho/2005

Os primeiros rabiscos da criança, por volta dos 14 meses, são riscos longitudinais, desprovidos de controle motor e significados.

Mas, acredite, dizem muito sobre seu filho. "A evolução da garatuja, nome dados aos desenhos infantis, é paralela ao desenvolvimento cognitivo da criança", explica a pedagoga Dora Pires dos Santos, orientadora pedagógica do Colégio Augusto Laranja , em São Paulo. Isso significa que, antes de controlar os movimentos de vai-e-vem da caneta, a maturação neurológica do bebê já percorreu um longo caminho. Os pais devem incentivar essa vontade de desenhar dos pequenos, pois a familiaridade com lápis e canetas é importante para a escrita. "É preciso oferecer material adequado, como giz de cera trifásico e folhas grandes, já que, a princípio, as crianças ignoram os limites do papel", diz a pedagoga. Se no começo os desenhos não fazem muito sentido, com 1 ano e meio, surgem os movimentos circulares. Mas é só por volta dos 4 anos que aparecem indícios de figuras humanas. E não se esqueça de supervisionar o seu artista, para que não se machuque com o lápis nem rabisque as paredes.

 

 

TV Bandeirantes vem ao Augusto Laranja para reportagem sobre Batman


Os alunos da 1ª Série B mostraram à equipe de reportagem da emissora de TV que conhecem muito sobre o super-herói Batman. Trouxeram brinquedos, máscaras, estojos e outros objetos do famoso personagem, e até cantaram a música tema do "homem-morcego". A gravação, que aconteceu em 16/6, está prevista para ir ao ar no Jornal da Band, às 19h20min, no dia 17/6, data de estréia do filme Batman Begins.

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Filme na aula de História: diversão ou hora de aprender?

Fonte: Revista Nova Escola, maio/2005.

O cinema aproxima os alunos de situações, pessoas, cenários e sons do passado e do presente. Mas é preciso saber explorar esse importante recurso pedagógico para que a aula não seja simplesmente uma sessão pipoca e caia no vazio.

Como aproveitar as fitas no ensino e melhorar o desempenho dos alunos

Há tempos a professora de História Maria Aparecida Pinho Cabral de Medeiros, do Colégio Augusto Laranja, em São Paulo, tem um olhar crítico e atento às possibilidades de uso dos filmes. No ano passado, durante um trimestre, o tema de suas aulas na 7a série foi a Idade Média. Para começar, Cida, como é conhecida na escola, utilizou o quadro-negro e seus conhecimentos teóricos sobre o assunto para explicar esse período. Mas era preciso uma estratégia de ensino para aumentar o interesse da turma pelas aulas.
Os estudantes pesquisaram na internet, mas ao assistir ao filme de aventura Coração de Cavaleiro, de Brian Helgeland, conheceram mais a fundo como se davam as relações entre o clero, a nobreza e os camponeses. "Os alunos ficaram impressionados com os trajes medievais e descobriram a dureza da vida naquela época. Essa impressão e esse conhecimento só são possíveis com o cinema", conta Cida. Para exibir o filme, que tem 132 minutos, foi preciso que outros professores cedessem suas aulas para a professora. Mas o projeto não parou por aí. Leitura e produção de textos foram explorados em Língua Portuguesa quando os alunos tiveram que produzir contos de cavalaria. Será que um nobre poderia se casar com uma camponesa? Por quê? O que aconteceria com um cavaleiro que discutisse com um padre? Essas questões foram levantadas e pesquisadas em livros para a construção das histórias.


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Diversidade e organização

Fonte: Revista Direcional Escolas, abril/2005

Oferecer aos alunos a oportunidade de trabalhar com diversos materiais, adequados à faixa etária. Essa deve ser a proposta das aulas de artes, na opinião de Wanda Prado, coordenadora de artes de primeira a quarta série e professora de educação artística do Colégio Augusto Laranja. Entre os alunos de Educação Infantil, Wanda comenta que são comuns os trabalhos de modelagem (com argila, massinha de modelar,ou até mesmo massa de pão), pintura em suportes grandes (como tela e papel) e muita pintura a dedo. "Essas ações são necessárias para estimular a coordenação motora fina dos pequenos", define. Os professores utilizam a história da Arte, em suas diversas fases, para orientar os trabalhos.
Já de primeira a quarta série do Ensino Fundamental, é ainda maior a variedade de materiais: pedrinhas de aquário, massa de biscuit, papel metier (um sanduíche de cartolina com isopor), EVA, CDs reciclados, tintas, canudinhos plásticos, arame. Neste ano, cada turma vai realizar uma técnica artesanal. A primeira série fará um falso vitral; a segunda, mosaico com EVA, ligado ao estudo da arte romana; a terceira série fará uma textura com gesso acrílico e a quarta série, decoupage com guardanapo. São técnicas que funcionam muito bem na criação de presentes para o Dia dos Pais e das Mães. "Todo o trabalho sempre está ligado à história da Arte. Inspirados na arte indígena, por exemplo, as crianças já fizeram máscaras em telhas, peças de argila no estilo Marajoara e entrelaçamento usando palha de milho", lembra Wanda.
Para os pré-adolescentes e adolescentes de quinta a oitava série, o universo se amplia em relação ao uso de materiais. Sempre com a supervisão do professor, o aluno já pode manusear uma pistola de cola quente, goivas para trabalhar em pedra sabão, verniz ou produtos em spray.
Para obter um bom resultado e fazer da aula de artes um momento prazeroso, é fundamental também ter à disposição uma sala devidamente equipada e organizada. Wanda recomenda mesas coletivas para os alunos. "Não gosto de separar os amigos durante a aula", diz. São essenciais pias, bancadas de material lavável, varais para pendurar os trabalhos e um ventilador para agilizar a secagem das obras. As crianças devem vestir avental ou uma camiseta velha e confortável em cima do uniforme.

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Augusto Laranja ilustra edição de março do "Guia Prático para Professores - 1ª a 4ª Série"

Mais uma vez, o Colégio participa dessa publicação dirigida a educadores, compartilhando com os leitores atividades, experiências e conteúdos trabalhados com alunos na 1ª a 4ª Série - Fundamental. Quem dá todas as dicas são nossas professoras Cleusa de Pierro (3ª Série) e Alba Serroni (4ª Série). Há exemplos de trabalhos em Ciências, Matemática, Ecologia, Português, Artes.

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Computador já é regra em escolas de SP

Fonte: O Estado de São Paulo, Caderno Link (11/04/05)

Computadores já são a regra, e não a exceção, nas escolas paulistas. Na cidade de São Paulo, 100% dos estabelecimentos de ensino da rede municipal têm laboratórios de informática. Na rede pública do Estado, o número é de 50,4%. Entre as escolas privadas, somente as muito "alternativas", que vêem na tecnologia uma ameaça, ainda mantêm os alunos longe dos computadores.
Muitos educadores acreditam que a tecnologia acelera o processo de aprendizagem, cria novas ferramentas de ensino e amplia os horizonte dos alunos. Especialistas em educação e tecnologia, entretanto, afirmam que a utilização rasteira dessa ferramentas está dando à luz uma geração de analfabetos digitais.
Nas escolas mais equipadas (e mais abastadas), a lousa digital convive com a lousa e o giz tradicional. Instalada nas salas multimídia, ela é usada quando o professor sente a necessidade de dar uma aula mais dinâmica.
"Os professores brigam pelos horários da sala, que está sempre lotada", conta Jânia do Valle, diretora de informática do Colégio Augusto Laranja, também na capital paulista. "Ela tem poltronas confortáveis, ar condicionado, parece um cinema. O ambiente é tão gostoso que os próprios alunos sugerem aos professores que realizem mais aulas na sala", diz.
"Sentar todo dia em uma classe para ver uma aula de matemática é muito sacal para essa geração", afirma Frederic Michael Litto, coordenador da Escola do Futuro da Universidade de São Paulo (USP). "Acreditamos que deva ser criada uma mistura de aula a distância com aula presencial para aliviar esse tédio", diz Litto.

Fonte: Caderno Link - O Estado de São Paulo, 11/04/05

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Brasil participa de programa internacional de aprendizagem compartilhada

Colégio Augusto Laranja, de SP, integra projeto ImagiNations, da canadense Smart Technologies com estudantes de vários países.

Brasil participa de programa internacional de aprendizagem compartilhada Colégio Augusto Laranja, de SP, integra projeto ImagiNations, da canadense Smart Technologies com estudantes de vários países.

A Smarter Kids Foundation, braço social da empresa canadense Smart Technologies para projetos voluntários em educação e tecnologia, realiza desde 2001 um programa que seleciona, a cada ano, 200 escolas do mundo todo para participarem de uma rede de intercâmbio de cultura e conhecimento. O ImagiNations, parceria com a FedEx e a fabricante de brinquedos TyTM, tem como objetivo possibilitar aos estudantes dessas escolas o contato com aspectos da cultura de outros países e, ao mesmo tempo, levá-los a refletir sobre a própria cultura e disseminá-la. Para tanto, conta com a ajuda de um mascote itinerante, simbolizado por um urso de pelúcia, que coleta informações sobre cada um de seus destinos e as compartilha nas jornadas seguintes.

O Colégio Augusto Laranja é uma das escolas convidadas a integrar essa rede em 2005 e já se prepara para receber, durante todo o mês de abril, o urso "Binks". Um cronograma de atividades interdisciplinares envolvendo alunos da 1ª à 6ª Série do Ensino Fundamental foi criado, com a coordenação da área de Inglês, de modo que os estudantes possam tirar o máximo proveito dessa experiência. Para agregar à bagagem do urso viajante, eles produzirão um jornal com reportagens sobre a vivência de Binks na escola, contando tudo o que ele aprendeu em sua estada no Brasil: sua presença está prevista desde em aulas na Culinária, até em experiências científicas e atividades especiais de Educação Física. Os alunos deverão também incluir itens de nossa cultura, souvenirs, mapa de localização, fotos/desenhos e um objeto surpresa. Ansiosos e motivados, os jovens têm uma importante missão pela frente: a de serem porta-vozes de nosso país junto a comunidades escolares no mundo.

Mais informações sobre o programa no site www.smarterkids.org

Informações sobre o Colégio Augusto Laranja: (11) 5041 4433, com Claudia Boscari.

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Colégio Augusto Laranja: formando gente de expressão


Conheça a história do Augusto Laranja e suas saídas para profissionalizar a administração, oferecendo um ensino atualizado e de alto nível.

No final do mês de janeiro, Mirza Laranja, diretora administrativa do Colégio Augusto Laranja, estava com os dias lotados, às voltas com os preparativos para mais um ano letivo prestes a começar. Reuniões com pais, reformas e aquela agitação de início de ano há muito tempo fazem parte da rotina de Mirza. O colégio foi fundado por sua mãe, Arlete Rosas Augusto Laranja, e sua tia, Lourdes da Silva Rosas, em agosto de 1966. Hoje, são duas unidades em São Paulo: uma no bairro do Campo Belo, para a educação infantil, e outra em Moema, para os alunos da primeira série do ensino fundamental até o ensino médio. No total, são 800 alunos e cerca de 200 funcionários.
Apesar de cuidar da parte administrativa, a formação de Mirza é pedagógica. Depois de lecionar e de exercer um cargo de supervisão em outra instituição, ela foi convidada para ajudar a reformular o material pedagógico do jardim II e do Pré do Augusto Laranja, já que sua experiência era com pré-escola. Dividia seu tempo entre as duas escolas até que, em 1986, a responsabilidade de ajudar a dirigir o negócio da família falou mais alto e ela passou a se dedicar só ao Augusto Laranja.
A diretora acredita que o fato de ter experiência de sala de aula tem ajudado muito seu trabalho administrativo. "Deve haver uma integração entre as duas partes da escola, a administrativa e a pedagógica. O desafio é saber que existe um ponto de equilíbrio, uma sintonia possível", diz. Mirza cuida da parte administrativa e seu irmão Almir Rosas Augusto Laranja é o diretor pedagógico. Como exemplo da integração entre as áreas, Mirza lembra do resultado recente de um trabalho feito com o corpo docente da escola. O objetivo era selecionar o ponto forte da escola. "Queríamos perceber o que diferencia o nosso aluno em relação a um bom aluno de outra boa escola. Chegamos à linguagem, que engloba desde a opção de oferecer filosofia a partir da educação infantil, privilegiando argumentação, posicionamento, capacidade de expressão, até as provas da área de exatas com questões escritas e os trabalhos de literatura no ensino médio, com uma riqueza muito grande de produção", conta. O resultado desse trabalho foi entregue à agência que cuida da comunicação da escola. Assim surgiu o slogan "Formamos gente de expressão", utilizado desde então pela instituição. "Esse trabalho foi uma conquista. O pedagógico também precisa oferecer requisitos para que o administrativo possa vender a escola", completa.
Encontrar um diferencial para a escola é uma necessidade do mercado, na opinião de Mirza. "Na tentativa de atender um público maior, as escolas ficaram muito parecidas, com discursos similares. Os pais não conseguem identificar as diferenças. A tendência é as escolas se diferenciarem, priorizando um aspecto e abrindo mão de outro", explica. No caso do Augusto Laranja, a definição de um foco foi prejudicada também pelo fato da escola ter mantido, durante algum tempo, três unidades. A unidade do bairro do Aeroporto foi inaugurada em 1988 com a intenção de substituir as outras. Essa transferência acabou não dando certo, já que os alunos de Moema resistiram à mudança de bairro. Outro aspecto foi que as três escolas, diferentes no aspecto físico, acabaram com características próprias. "Passamos então a criar uma estrutura para garantir cada unidade. Tudo tinha que ser igual nas três. Tínhamos o compromisso de ter o mesmo Augusto Laranja em todas as escolas, apesar de entre si elas serem diferentes", recorda.
A saída surgiu em setembro de 2003, com a venda da unidade do Aeroporto para a Associação Pela Família. Com o negócio, foi possível investir mais em melhorias nas duas unidades. "Uma escola que atua no nosso nicho só é viável se investir constantemente para se atualizar. A concorrência é acirrada e temos uma população pequena para atingir", atesta. Além da população que pode pagar uma escola de alto nível ser reduzida, há faculdades abrindo colégios e escolas de educação infantil ampliando suas instalações para oferecer salas de primeira à quarta série, por exemplo. Como então captar novos alunos? "O maior investimento que fazemos é nos alunos que estão aqui. 70% dos alunos que buscam o Augusto Laranja vêm por uma indicação direta. Ninguém procura a escola só porque viu um anúncio ou nosso site na Internet", assegura. Para Mirza, o aluno tem que perceber o valor da escola que tem. Os pais colocam o filho pequeno no colégio e, por confiarem na instituição, passam a desconhece-la. Através de uma pesquisa feita com os pais no segundo semestre de 2004, o Augusto Laranja notou que pela afetividade e pelo bom relacionamento, eles desconhecem coisas que a escola oferece. Para atingir também as pré-escolas do bairro, o colégio mantém uma parceria para troca de conhecimento entre os profissionais das instituições. "Nosso interesse é que essas pré-escolas conheçam o Augusto Laranja. Não há nenhum compromisso de indicação do aluno", explica.
Pesquisas, parcerias, concorrência acirrada. É claro que desde o início da escola, aberta na própria casa da família, até hoje, o panorama do mercado mudou muito, assim como também a estrutura operacional da empresa. No começo, Lourdes se dedicava à educação infantil e Arlete tinha a função de diretora. A formação das duas aconteceu em sala de aula. Cariocas, nos anos 60 elas trabalharam num projeto piloto de capacitação de professores da Secretaria de Educação do Rio de Janeiro, dentro de uma política de valorização do ensino público. De mudança para São Paulo acompanhando o marido que veio a trabalho, Arlete abriu a Escola Maternal e Jardim da Infância O Pica-pau, embrião do Colégio Augusto Laranja.
Com o crescimento do colégio, surgiu a necessidade de uma organização mais profissional. "Tivemos que cuidar da gestão não só do ponto de vista de retorno financeiro e de viabilidade, mas também de formar cargos de orientação e de coordenação, que correspondem aos de gerentes e diretores. Até hoje contamos com uma consultoria. Toda semana temos uma reunião para orientar nosso trabalho", conta. O trabalho da consultoria envolve também a organização das relações de trabalho e as familiares. "É preciso aprender a separar a escola da família", constata Mirza.
Só recentemente a diretora administrativa do colégio tem notado que há serviços especialmente voltados e desenvolvidos para escolas. É o caso dos sistemas de informatização. "As escolas têm valores diferentes para cursos diferentes, além de legislação e acordos salariais muito peculiares. Os sistemas de informática demoraram a entender isso. Tanto que os grandes sistemas utilizados hoje nasceram ou de uma empresa que nasceu de uma escola ou de empresas que fizeram parcerias com escolas, desenvolvendo um sistema para aquela escola e vendendo para outras. A escola não consegue absorver um sistema de administração vendido para empresas de outras áreas", avalia.
Mesmo procurando cursos e consultoria em busca da profissionalização, Mirza entende que o trabalho de gestão de uma escola está baseado em pessoas. "A escola é essencialmente gente. A aula é o nosso produto mais tangível. Tudo acontece na aula, naquele momento do professor com os alunos. Acreditamos no poder da ação do profissional humano para a qualidade do nosso trabalho", explica. Há uma política de valorização dos funcionários e um investimento no atendimento personalizado aos alunos e às famílias. "Todos querem ser conhecidos na escola. Essa é uma das nossas principais características, reconhecida pelos pais", finaliza.

RAIO-X DA ESCOLA
· 2 Unidades
· 800 alunos
· 200 funcionários
· Cursos: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio
· Aulas extras: circo, esportes (futsal, basquete, vôlei, tênis, ginástica rítmica, xadrez, capoeira), oficina literária, oficina de matemática, teatro, clube de ciências, atividades de voluntariado e programa bilíngüe English Program.
· E-mail: colegio@augustolaranja.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

Colégio participa da revista Guia Prático para Professoras de Educação Infantil

O Augusto Laranja ilustrou a edição de janeiro de 2005 dessa revista, com fotos dos alunos do Jardim I/2004 e a Professora Cristina Pereira Amorim, em diversas atividades planejadas pela equipe da publicação. Cristina ainda contribuiu com uma motivadora sugestão de experimento de Ciências para crianças de 3 a 6 anos, com a finalidade de mostrar quais objetos flutuam e quais afundam na água.

 

 

 

 

O Prêmio Nobel de Einstein

Por Tarso Paulo Rodrigues, Prof. Física do Colégio
Fonte: Fovest, Folha de S.Paulo, 27/01/2005.

Em 1905, Einstein produziu alguns artigos monumentais, entre eles, "O
Movimento Browniano" - sobre o movimento de partículas nos fluídos -, outro
sobre a relatividade restrita - que transformou para sempre a
concepção que a humanidade tem do Universo - e um trabalho que continha a
relação E = m.c2.
Em outro artigo, propôs de forma mais consistente a explicação do efeito
fotoelétrico. Devido, principalmente, à descoberta da lei do efeito
fotoelétrico, Einstein foi laureado com o Prêmio Nobel em 1921.
Esse efeito consiste na retirada de elétrons da superfície de um metal
atingido por luz. Ele pode ser observado, por exemplo, ao iluminarmos uma
placa de zinco com luz violeta. A radiação atinge a placa com uma energia
capaz de arrancar os elétrons de sua superfície, deixando-a carregada
positivamente. Einstein baseou-se nos estudos de Max Planck, físico alemão,
pai da mecânica quântica, que, em 1900, descobriu que a matéria emite
energia luminosa de forma descontínua, em porções chamadas quanta.
De acordo com Einstein, a luz pode ser quantizada, ou seja, a luz é
composta por discretos pacotes de energia e pode ser tratada como sendo
constituída de fótons, partículas com uma determinada energia. A energia E
de cada fóton é proporcional à freqüência (cor) f da radiação incidente e
pode ser calculada pela expressão: E = h.f, em que h = 6,63x10-34J.s é a
constante de Planck, um dos números fundamentais da natureza.
Para que cada elétron seja arrancado da placa, devemos fornecer uma energia
mínima W, chamada "função trabalho", característica de cada metal. Se a
energia incidente E da luz for maior do que essa energia
mínima W, o fotoelétron é extraído da placa e adquire uma energia cinética
Ecin. A equação que traduz esse balanço energético e denominada equação
fotoelétrica de Einstein e pode ser expressa por: Ecin = E-W.
Portas que abrem e fecham automaticamente em estabelecimentos comerciais,
alarmes luminosos, dispositivos que ligam automaticamente sistemas de
iluminação e calculadoras solares são exemplos das aplicações tecnológicas
do efeito fotoelétrico.
Einstein escreveu: "A natureza não esconde seus segredos por malícia, mas
sim por causa da própria altivez". Foi premiado por ter desvendado alguns
deles!

Tarso Paulo Rodrigues - Prof. e Coord. Física do Augusto Laranja e
articulista do caderno Fovest, da Folha de S.Paulo.


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Alunos do Ensino Fundamental aprendem lições de democracia

Fonte: Revista Profissão Mestre, novembro/2004


Programa "Vereador Jovem" ajuda a trazer idéias inovadoras à Câmara Municipal de São Paulo

Há quem diga que política, futebol e religião não se discutem. Essa é uma idéia que não pode ser levada tão a sério, principalmente dentro de uma escola, pois é a partir da discussão de assuntos que fazem parte do cotidiano dos alunos que os educadores encontram brechas para ensinar noções de cidadania, democracia, respeito e vários outros temas necessários para a formação de cidadãos conscientes de seus deveres e direitos.
Por exemplo: algum professor da sua escola já ensinou a uma turma de ensino fundamental quais são as atribuições dos vereadores de uma cidade? Qual a diferença entre deputado federal, deputado estadual, governador, senador e presidente? Cada um desses profissionais é um servidor público e tem uma função específica. Os vereadores, como representantes mais diretos da população, têm o dever de ouvir a todos, conhecer as necessidades de cada comunidade e sugerir formas de melhorar a vida das pessoas. Vale lembrar que qualquer pessoa, independente de cor, credo ou classe social, nasce cidadã, não se torna cidadã depois de certa idade.

Contribuição Jovem
Partindo desse princípio, cabe aos vereadores ouvir as solicitações de crianças e jovens. E parte dessa atribuição vem sendo cumprida com a ajuda do programa "Parlamento Jovem". Segundo ele, os alunos da oitava série de escolas públicas e privadas podem fazer projetos de lei para ser entregues à Câmara Municipal. Os projetos dos estudantes devem obedecer às mesmas normas estabelecidas pela Câmara para os vereadores. "Ensina-se como se faz uma lei", explica Mariluce Lourenço, diretora de quinta a sétima série do Ensino Fundamental do Colégio Augusto Laranja, de São Paulo.
"Depois que todos os alunos entregam os trabalhos, a escola recolhe o material e faz uma votação do melhor projeto. Aquele que for selecionado, vai para o parlamento e, quando chega lá, pode ou não ser aprovado", diz. Segundo ela, após a seleção feita na Câmara Municipal, os vereadores informam se o projeto daquela escola foi escolhido.

Vereador por um dia
Em 2002, uma equipe do Augusto Laranja decidiu fazer um projeto sobre a conservação do patrimônio histórico existente no centro da cidade de São Paulo. Mariluce conta que, para ser aprovado, o projeto deve ser inédito e pertinente às demais propostas do partido selecionado pelo aluno. A equipe de Igor José Lauricella Guedes cumpriu todos os quesitos necessários e, no final de 2002, o garoto se tornou vereador por um dia. O trabalho foi tão bem feito que acabou se tornando projeto de lei.
Agora, quase dois anos depois, o vice-presidente da Câmara de São Paulo, Dr. Farhat, colocou o projeto de Igor na emenda da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2005. Isso ocorreu, em parte, porque todos os projetos aceitos são arquivados e servem como um banco de idéias que pode ser utilizado pelos vereadores. Os estudantes, por sua vez, encontram nesse trabalho uma forma de estar mais perto da vida pública do País e conhecer, na prática, o sentido da palavra democracia.



O estudante Igor Guedes na Câmara de Vereadores de São Paulo.

 

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Organização é o melhor caminho para encarar o vestibular

Fonte: Dicas - Guia do Vestibular, Jornal MetrôNews, 26/10/04


Quem não faz cursinho pré-vestibular deve recorrer às suas próprias anotações feitas ao longo do ensino médio

Na hora de se preparar para o vestibular, muitos alunos se deparam com uma quantidade enorme de informações que precisam saber e acabam se perdendo ao rever as matérias. Parte deles recorre aos cursinhos pré-vestibulares, mas e quem não tem condições financeiras para isso e prefere se preparar sozinho, como deve agir para obter um bom resultado nas provas?
Segundo especialistas, a organização é o melhor caminho para quem está se preparando para o vestibular, mas é bom que se diga que o ideal seria começar a se preparar desde o primeiro ano do ensino médio. "A primeira coisa é que todo o conteúdo que seja ensinado, o aluno deve efetivamente estudar, porque cada vez que aprende uma coisa nova, ele vai ter mais armas para entender a fase seguinte e assim por diante. É preciso guardar todo o material aprendido ao longo do ensino médio, sejam livros, provas finais, cadernos, para que quando chegar ao terceiro ano, o aluno possa ter suas próprias anotações para recorrer", afirma Almir Rosas Augusto Laranja, diretor pedagógico do Colégio Augusto Laranja, em Moema, Zona Sul.
Para Almir Laranja, o mais difícil na hora de revisar as matérias é como sistematizar o trabalho. Uma boa forma para quem se prepara sozinho é procurar as listas de conteúdo que as universidades divulgam e, a partir daí, reservar um tempo, fora do horário de aulas, para seguir uma seqüência e poder relembrar melhor cada tópico. "No caso de dúvidas em algum tópico específico, estando no ano letivo, o aluno pode ainda recorrer aos próprios professores para sanar suas dificuldades", enfatiza.

 

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TV Bandeirantes filma aula de Matemática da 2ª Série - Fundamental


No dia 09/9, o Augusto Laranja recebeu a equipe do Jornal da Band para a realização de uma reportagem sobre o ensino diferenciado de Matemática oferecido pelo Colégio: divertido e com grandes resultados.
Os alunos de 2ª Série - Fundamental, muito entusiasmados, participaram das filmagens, desenvolvendo atividades da disciplina utilizando caixas de sapato e chocolates. As professoras Marilda e Vanessa também concederam entrevistas ao repórter Mauro Wedekin.
A reportagem estava prevista para ir ao ar em 10 de setembro, no Jornal da Band - noite.


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