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Política é assunto de criança Fonte:
Folha de S.Paulo, Revista da Folha |
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Fonte: Site cultural - www.muito.com.br, 26/5/04 |
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Por acreditar que a educação é o principal instrumento capaz de formar cidadãos mais preparados para o trânsito e que nunca é cedo demais para começar o processo de conscientização, o Colégio Augusto Laranja realiza ações permanentes desde a Educação Infantil. Um bom exemplo dessa postura aconteceu entre os dias 10 e 14 de maio, durante a chamada Semana do Trânsito, junto aos alunos de 2 a 6 anos. As crianças vivenciaram atividades ligadas ao desenvolvimento de comportamentos adequados e de respeito ao trânsito, conheceram leis e regras, realizaram simulações com carrinhos na pista de educação para o trânsito, no pátio da Escola, e fizeram desenhos de tudo o que foi assimilado.
Dora Pires dos Santos, orientadora pedagógica, ressalta que promover ações como estas não é um fato isolado na escola. Procuramos, no dia-a-dia, trabalhar com a questão da cidadania e o desenvolvimento de valores, além de transmitir que a responsabilidade com a segurança não deve ser só das autoridades, mas uma preocupação de todos para a construção de um país melhor. Ensinando os alunos desde cedo a ter paciência e tolerância com os outros, bem como respeitar as leis de diretrizes, iremos transformar comportamentos ofensivos e perigosos em atitudes adequadas e educadas nos motoristas de amanhã, reforça Rosângela Haas, professora do Jardim II. Há mais de 37 anos o Colégio Augusto Laranja, instituição de ensino de São Paulo, apresenta propostas inovadoras e proporciona a seus alunos o desenvolvimento das habilidades necessárias a uma formação integral, ajudando-os a crescer e preparando-os para a vida. Situado nos bairros de Moema e Campo Belo, oferece educação desde a Educação Infantil ao Ensino Médio, além de um programa de educação bilíngüe English Program e um especial preparo para o vestibular. |
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Micro para os pequenos Fonte: Revista Veja, 12/5/04, Guia. |
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- Aos 2 anos, o fascínio é maior pelo objeto que pelo uso do computador. Nessa idade, segundo Jânia do Valle, especialista em tecnologia educacional e diretora de informática de um colégio de São Paulo, deixá-la mexer no mouse e ver fotos e figuras na tela é o bastante. - Limite o tempo junto à máquina. Crianças muito pequenas raramente se concentram por mais de quinze minutos. Aos 4 anos, pode-se ficar até uma hora brincando, mas interrompa a atividade ao menor sinal de cansaço ou desatenção. - Procure sites e CDs-Rom interativos (confira sugestões para diferentes idades em www.veja.com.br). Fique junto da criança o tempo todo e estimule-a da mesma forma que na leitura de um livro, fazendo perguntas sobre as imagens e os sons na tela. - Não se preocupe em usar o computador como instrumento educativo - com programas que ensinam o alfabeto ou matemática, por exemplo. O importante é que a criança encare a máquina como um brinquedo. Assim ela verá o computador como fonte de diversão. |
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Fonte: Jornal da Educação e Cultura, maio/2004 |
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| Com dois grupos da 2ª Série do Ensino Médio, o Colégio Augusto Laranja participa do concurso "Mondialogo" promovido pela UNESCO, que tem como objetivo incentivar o diálogo entre estudantes de todo o planeta e despertar o respeito a outros povos e culturas, condições básicas para o exercício da paz mundial. No final do semestre, das 1.500 escolas inscritas, as 25 mais envolvidas no projeto serão convidadas a participar de um congresso em Barcelona, Espanha. Durante a cerimônia, que acontecerá em setembro, as três primeiras colocadas receberão, respectivamente, doações de 500 euros, 1.000 euros e 1.500 euros. Conheça os trabalhos dos alunos.
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AUGUSTO
LARANJA PARTICIPA DE CONCURSO DA
UNESCO PARA A PAZ MUNDIAL Fonte: www.jornalexpress.com.br |
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Com dois grupos da 2ª série do Ensino Médio, o Colégio Augusto Laranja participa do concurso "Mondialogo", promovido pela Unesco, que tem como objetivo incentivar o diálogo entre estudantes de todo o planeta e despertar o respeito a outros povos e culturas, condições básicas para o exercício da paz mundial. O "Mondialogo" está dividido em duas etapas: na primeira, cada escola participante fará uma pesquisa para descobrir sua própria cultura e pode abranger a cidade, estado ou país onde está localizada. Os grupos do Augusto Laranja elegeram focar os 450 anos de São Paulo. Na segunda etapa, os alunos irão criar e fortalecer vínculos com a escola parceira - no caso do colégio paulistano, as duas ficam em Kampala, Uganda. No final do semestre, das 1.500 escolas inscritas as 25 mais envolvidas no projeto, bem como suas parceiras, serão convidadas a participar de um congresso em Barcelona, Espanha. Durante a cerimônia, que acontecerá em setembro, as três primeiras colocadas receberão, respectivamente, doações de 500 euros, 1.000 euros e 1.500 euros. Os alunos do Augusto Laranja já deram início aos trabalhos da primeira fase. Dentro do programa das aulas de Atualidades, estão desenvolvendo oito temas que retratam os principais aspectos culturais da cidade de São Paulo, que estão assim divididos: esportes, gastronomia, arquitetura, música, lazer, folclore, cultura indígena e Carnaval. Paralelamente, começam os contatos com a escola parceira, a fim de conhecer a instituição, saber até que ponto uma cultura influencia a outra, trocar conhecimentos e descobrir seus principais valores. "O Mondialogo é uma oportunidade
única na qual estudantes do mundo todo podem manter contato
visando a coexistência pacífica no presente e no futuro",
explica Cláudia Priore, professora de Atualidades do Augusto
Laranja e coordenadora do projeto. "Os participantes aprendem
a importância do respeito, tolerância e entendimento
mútuo, fundamentais para o incentivo da paz", finaliza.
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O primeiro dia na escolinha Fonte: Revista Meu Nenê, fev/04 |
| Um bom período de adaptação é fundamental para que a criança encare com entusiasmo e segurança esse momento. |
| Depois
de passar um bom tempo procurando uma escola bacana para matricular
seu filho, chega a hora de encarar mais uma etapa: os primeiros dias
de aula. Nesse momento as crianças e as mães ficam bastante
ansiosas. "É preciso ter confiança na escola que
você escolheu. Se a opção foi criteriosa, não
há com que se preocupar.", afirma Tânia Zagury,
educadora e autora do livro Escola sem Conflito: Parceria com os Pais
(Editora Record). Mas quem não fica com aquele aperto no peito ao ver o pequeno entrar na sala com os olhos cheios de lágrimas? Ainda mais se a criança estiver com mais de 2 anos de idade. Nessa fase já percebemos que eles têm uma boa noção de quem realmente conhecem ou não. "A ida à escola é uma quebra na rotina de vida do pimpolho", explica Rosimari Ussifati, diretora do curso de Educação Infantil do Colégio Augusto Laranja. Diante disso, investir no bom começo é fundamental para que seu filho se sinta bem. E é aí que entra o tão falado período de adaptação. Ele é necessário para que o baixinho aceite bem a escola e crie confiança nas pessoas que estão ali. Afinal, tudo é estranho naquele lugar, e separar-se da pessoa - a mãe, a babá ou a avó - que antes ficava com ele o dia inteiro causa um tremendo impacto. Nesse momento, é importante contar com a colaboração e experiência dos profissionais que acompanharão seu filho durante o horário escolar. No início, a mãe permanece na escola durante todo o horário em que a criança fica por lá. Em geral, os pequenos cumprem metade da carga horária. Aos poucos a mamãe vai se distanciando das brincadeiras até o pequeno se "esquecer" que ela está por perto. Da mesma forma, a quantidade de horas que a criança permanece na escola vai aumentando gradativamente. "Essa é uma forma de manter o desejo de voltar e de fazer com que a curiosidade não se esgote de um dia para outro", explica a educadora Rosimari. O pimpolho, então, vai vencendo suas próprias barreiras e criando a confiança necessária no novo ambiente. O tempo para que isso aconteça é muito relativo. As escolas orientam a mamãe a ficar vigilante durante, pelo menos, quinze dias. Algumas crianças, porém, ficam bem em um dia, outras precisam de um mês para se soltar e curtir. E ainda há aquelas que não apresentam problemas na primeira semana, mas na segunda começam com o chororó. Tudo é normal. O importante é manter a tranqüilidade e saber respeitar os limites dos pequenos. Participação
ativa Choro e cara
feia Dez conselhos para as mães de primeira viagem
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Família na escola Fonte: Revista Profissão Mestre, jan/2004 |
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