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REPORTAGENS
 

Sinal Verde para a Educação no Trânsito
Fonte: Revista Nova Escola, setembro/2004

Do Giz ao Mouse
Fonte: Revista Educação - edição Nº 88 - agosto de 2004

Política é assunto de criança
Fonte: Folha de S.Paulo, Revista da Folha - Data: 01/8/04

Mídia
TVs Globo e Bandeirantes realizam filmagens com alunos e professor
Ensaio fotográfico
Alunas do Maternal e do Jardim II participam da revista Pais & Filhos.
No Augusto Laranja, a educação para o trânsito começa no Maternal
Fonte: Site cultural - www.muito.com.br, 26/5/04

Micro para os pequenos
Fonte: Revista Veja, 12/5/04, Guia.

Diálogo de estudantes
Fonte: Jornal da Educação e Cultura, maio/2004
Augusto Laranja participa de concurso da Unesco para A Paz Mundial
Fonte: www.jornalexpress.com.br
O primeiro dia na escolinha
Fonte: Revista Meu Nenê, fev/04
Família na escola
Fonte: Revista Profissão Mestre, jan/2004
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

Sinal Verde para a Educação no Trânsito

Fonte: Revista Nova Escola, setembro/2004


A Semana Nacional do Trânsito é uma boa oportunidade para conscientizar os alunos sobre direitos e deveres do pedestre e do motorista, tornando-os aptos a se comportar bem no vaivém das ruas.

Fila dupla de carros na porta da escola. A confusão na hora da entrada e da saída de alunos é uma regra nos colégios das grandes cidades.O ziguezague no meio da rua atrapalha motoristas e põe em risco a vida da garotada. Acabar com essa falta de segurança pode parecer simples - bastaria chamar a fiscalização-, mas não é. A solução passa pela consciência de condutores de veículos e de pedestres sobre suas atitudes.Algumas escolas já introduziram trabalhos nessa área para educar os jovens e, também, alterar o comportamento dos pais no trânsito.
O assunto preocupa autoridades em todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) escolheu a segurança no trânsito como tema deste ano da campanha do Dia da Saúde, comemorado no dia 7 de abril. No Brasil, a Semana Nacional de Trânsito acontece entre 18 e 25 de setembro, este ano com o slogan "O trânsito é feito de pessoas. Valorize a vida".

Trabalho interdisciplinar
Os números no país apresentam melhora depois que entrou em vigor o Código de Trânsito Brasileiro, em 1997, pegando pelo bolso os maus motoristas. A lei relaciona a movimentação de pessoas e veículos com cidadania e meio ambiente. Determina ainda que o Ministério da Educação adote um currículo interdisciplinar para abordar o assunto, com a ajuda dos órgãos de trânsito de todos os níveis - municipais, estaduais e federal -, que deverão formar núcleos pedagógicos para incentivar projetos nas escolas.
Qual a melhor forma de ensinar esse conteúdo? O gerente do Centro de Educação de Trânsito da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo, Jeter Gomes, mestre em Educação, afirma que a decoreba das leis não ajuda: "É preciso destacar os direitos de motoristas e pedestres e fazer com que os alunos trabalhem com situações reais".
Já que a criança é considerada pedestre assim que começa a andar, ela pode desde de cedo receber essas informações. "O aprendizado já na Educação Infantil faz com que o aluno cresça com consciência", reitera a coordenadora pedagógica do departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Maria Helena Machado. Lembre-se: o trânsito não se resume às responsabilidades dos condutores, a pé ou de bicicleta.

Além das regras
No Colégio Augusto Laranja, da rede particular de São Paulo, o tradicional parquinho ganhou um reforço: a minipista de trânsito. Caminhando ou em carrinhos de brinquedo, as crianças passam por placas e aprendem a obedecer à faixa e ao semáforo para pedestres. A sinalização simula a mobilidade que todos encontram diariamente nas ruas. A montagem do espaço teve a assessoria técnica da CET.
Ao perceber que essa prática faz a meninada incorporar rapidamente algumas regras, a professora Rosângela Haas, do Jardim II, quis despertar valores como tolerância e respeito. Em maio, as turmas de 5 e 6 anos passaram por um trabalho de conscientização que começou com a seguinte pergunta: "Como vocês se sentem no trânsito?" A maioria das crianças relatou momentos de irritação, impaciência e cansaço. Rosângela as orientou a produzir um símbolo para representar o trânsito ideal. O escolhido foi o desenho de um carro alado com um coração. Em busca de solução para que esse desejo se torne realidade, os pequenos concluíram que o tempo perdido no congestionamento pode ser usado para bater papo, contar piadas ou ouvir música.
A professora coletou exemplos que auxiliaram em sua jornada de alfabetização e educação matemática. A palavra "trânsito" mostrou a todos um dos usos da letra"t". As placas de limite de velocidade revelaram a necessidade de expressar numericamente uma medida. A identificação das cores vermelho, amarelo e verde dos semáforos foi surpresa: todos descobriram que o mundo inteiro adota um mesmo padrão na programação visual da sinalização.
Em casa, o aprendizado mostrou-se uma via de mão dupla: os pequenos começaram a cobrar dos pais uma postura adequada enquanto motoristas. Isabella Andrade, de 5 anos, controla o limite de velocidade do carro da mãe. "Confiro no 'relógio' se ela está andando mais que 6 e 0 e de 8 e 0", diz a menina, referindo-se ao velocímetro e a 60 e a 80 quilômetros por hora - mesmo sem saber ainda contar acima de 10. A mãe, Andréa Andrade, se diz mais responsável depois da marcação cerrada da filha. "Agora não posso mais falar ao celular com o carro em movimento, senão ela chama minha atenção", conta a corretora de seguros.

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Do Giz ao Mouse

Fonte: Revista Educação - edição Nº 88 - agosto de 2004


As pipas foram trocadas pelo Counter Strike, em que garotos de 13 anos programam jogos. A televisão, em muitos casos, foi substituída pelas lan houses, onde adolescentes passam horas em frente a uma tela de computador. E a escola? Como pode conviver com essa nova realidade?

A preocupação dos educadores concentra-se agora na busca do melhor aproveitamento do computador no processo ensino-aprendizagem. Como utilizar o fácil acesso às informações, a autonomia na busca do conhecimento e a racionalidade do tempo em prol da qualidade educacional?

As instituições educacionais devem rever o modelo de ensino a fim de atender às demandas dos estudantes, sem esquecer que o mercado de trabalho necessita de indivíduos informados e com facilidade em lidar com a tecnologia, o que torna imprescindível o conhecimento das facilidades na procura constante a informações de maneira flexível e dinâmica. A elaboração de aulas mais significativas, dinâmicas, contextualizadas e menos expositivas deveria ser a meta de todo professor. Os recursos tecnológicos podem acelerar a melhoria no planejamento dessas aulas.

As escolas, aos poucos, deixam de ter o controle na difusão do conhecimento. Vale a pena, portanto, fazer um esforço para (re)significar o papel do professor e da instituição de ensino nesse novo cenário. Um professor mais motivado terá plenas condições de guiar seus alunos no caminho do processo ensino-aprendizagem, independente de modismos. Dessa forma, a escola poderá confiar ao professor a inserção consciente dos jovens no dinâmico mundo atual.

O computador não é uma panacéia. Ele não veio para salvar a educação, mas para motivar uma reflexão. Contudo, não podemos ficar deslumbrados com as constantes inovações tecnológicas, o computador não vai educar ninguém sozinho. O professor Paulo Freire já afirmava: "Ninguém educa ninguém, como tampouco ninguém se educa sozinho: os homens se educam em comunhão, mediatizados pelo mundo".

* Jânia do Valle é diretora de informática do Colégio Augusto Laranja, de São Paulo (SP) e co-autora do livro Gestão Educacional: Uma Nova Visão (Artmed)

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Política é assunto de criança

Fonte: Folha de S.Paulo, Revista da Folha
Data: 01/8/04


Câmara de "vereadores" mirins encaminha 31 propostas de estudantes para a LDO

A iniciativa de fazer com que crianças e adolescentes participem desde de cedo da vida política, através do Parlamento Jovem, parece estar ultrapassando o mero simbolismo. A Câmara Municipal de São Paulo encaminhou 31 propostas de "vereadores" mirins para serem discutidas no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2005.
Uma avaliação dos projetos selecionados mostra que assuntos relacionados a educação, ambiente, saúde e segurança pública são as maiores preocupações dos estudantes.
O Parlamento Jovem Municipal foi criado em 2002, inspirado em um programa adotado pela Assembléia Legislativa desde 1999. No âmbito estadual, também está tramitando um projeto estudantil estabelecendo a criação de uma comissão de "deputados mirins" para acompanhar as iniciativas (e palpitar sobre elas) que digam respeito à juventude paulista.
Um dos 31 projetos municipais anexados foi apresentado por Igor José Lauricella Guedes, 16, aluno da 2ª Série do Ensino Médio do Colégio Augusto Laranja, que atuou como "vereador" quando estava na 8ª série. "Propus que as empresas que se tornassem parceiras da prefeitura na recuperação do patrimônio histórico do centro tivessem isenção do IPTU", conta.
O estudante, que gosta de discutir política com os pais, jogar futebol, ir ao cinema e ler, lembra que teve de pegar emprestada a roupa social usada para ir à sessão especial em que os vereadores jovens apresentam suas idéias, ouvem as dos outros e votam no painel eletrônico. "Foi um dia divertido. E também pode ser bom para a cidade, se algum vereador abraçar os projetos mais interessantes."
Na Câmara, são "eleitos" 55 alunos por ano, o mesmo número de vereadores existentes. N a Assembléia, são 94, e a sessão especial em que os deputados estaduais são substituídos pelos juvenis é transmitida pela TV Assembléia.
Para o deputado Sidney Beraldo (PSDB), presidente da Assembléia, a iniciativa é tão bem sucedida que já espalhou frutos. "Muitas câmaras municipais têm adotado o nosso projeto. Com esse estímulo, você educa o jovem para que ele exerça o voto com mais critério e acaba melhorando os políticos eleitos", acredita.
Na primeira edição, em 99, o programa recebeu 223 projetos; no ano passado, foram escritos 412. Destes, 295 - mais de 70% - eram de estudantes de escolas públicas. Educação foi o setor que apresentou maior número de projetos, 147, seguido por ambiente, com 62.
Multiplicação - Para participar dos parlamentos, cada escola deve selecionar o melhor projeto de lei elaborado pelos alunos e submetê-los ao júri da Câmara e da Assembléia, formado por uma comissão de cada legislativo. Os autores das melhores idéias são selecionados para a sessão especial.
"Essa iniciativa tende as crescer, muitas escolas já colocam o Parlamento Jovem em seu planejamento anual. É uma festa que os garotos levam a sério. Os pais, amigos e professores vão torcer, mas não existe brincadeira", diz Rogério Farhat (PTB), vice-presidente da Câmara, que considera esta geração "muito bem informada".
"Eles são muito antenados, talvez por causa da internet. Visitei uma escola pública e um aluno questionou: 'Por que o bilhete único da Prefeitura só pode ser usado por duas horas?'. Respondi que ele tinha uma lei. Era só estipular quantas horas ele achava adequadas e explicar o porquê."
Deputado jovem no ano passado, Gabriel Perón Prezotto, 16, do 2º ano da Escola Estadual Profª. Abigail de Azevedo Grillo, em Piracicaba (SP), ficou decepcionado com a experiência. "Foram expostas muitas idéias boas, mas parecia que eles (os deputados) estavam mais preocupados em fazer campanha política", diz o estudante, autor do projeto que defendia a dedução nos impostos de contribuição para as escolas públicas e de estágio pagos aos melhores alunos.
Na visão de Mariluce Lourenço, 55, diretora do ensino fundamental do Augusto Laranja, o Parlamento Jovem é estimulado por ser interdisciplinar e sair da esfera da teoria. "O programa mistura gramática, redação adequada, pesquisa, atualidades, avaliação das condições de vida da sociedade. E os alunos ficam empolgados quando descobrem que podem criar um projeto que desperte interesse na bancada e, quem sabe, ser colocado em prática",diz.
No Parlamento Jovem, os partidos são áreas de interesse, como agricultura, cultura, direitos humanos, emprego, habitação e transporte. "Os adolescentes têm idéias ótimas e muito engajamento. Alguns choram quando defendem seu projeto de lei na Casa", conta o vereador Farhat. "Tivemos, por exemplo, um vereador jovem que propôs a criação de um pronto-socorro para animais de pessoas de baixa renda, porque a relação com o cão pode ser muito importante para aquelas famílias que não têm como pagar pelo tratamento do bicho."

 

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TVs Globo e Bandeirantes realizam filmagens com alunos e professor

No dia 25/5, o Augusto Laranja recebeu a equipe de reportagem do Jornal Hoje para conversar com nossos alunos sobre um problema que aflige boa parte dos adolescentes: a acne. A matéria, realizada pelo jornalista e apresentador Evaristo Costa, faz parte de uma série especial do telejornal sobre o tema saúde, prevista para ir ao ar entre o final de junho e o início de julho.

Também no final de maio, recebemos a equipe do Jornal da Band para a gravação de matéria sobre capacitação profissional de educadores. Quem atendeu à entrevista foi o professor e coordenador de Física do Colégio, Tarso Rodrigues.

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ENSAIO FOTOGRÁFICO


Os alunos da Educação Infantil Júlia (Jardim II) e Laura de Sá Fioretti (Maternal) e Lucca Mazari da Silva e Souza (Maternal) participam do editorial de moda da edição de junho da Revista Pais & Filhos. Laura também ilustra a capa.
Eles não são umas gracinhas?

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NO AUGUSTO LARANJA, A EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO COMEÇA NO MATERNAL

Fonte: Site cultural - www.muito.com.br, 26/5/04


Colégio proporciona aos alunos de 2 a 6 anos de idade uma série de atividades para desenvolver e estimular, nos motoristas de amanhã, comportamentos adequados e de respeito No Brasil, cerca de 3 mil pessoas morrem todos os meses vítimas de acidentes de trânsito, um índice quatro vezes maior ao de países desenvolvidos, além disso, o prejuízo anual com os desastres em ruas, avenidas e estradas está acima de R$ 100 milhões contabilizados pela perda em produção, custos médicos e legais, previdência social, despesas com seguros e gastos com emergências, entre outros.

Por acreditar que a educação é o principal instrumento capaz de formar cidadãos mais preparados para o trânsito e que nunca é cedo demais para começar o processo de conscientização, o Colégio Augusto Laranja realiza ações permanentes desde a Educação Infantil. Um bom exemplo dessa postura aconteceu entre os dias 10 e 14 de maio, durante a chamada “Semana do Trânsito”, junto aos alunos de 2 a 6 anos.

As crianças vivenciaram atividades ligadas ao desenvolvimento de comportamentos adequados e de respeito ao trânsito, conheceram leis e regras, realizaram simulações com carrinhos na pista de educação para o trânsito, no pátio da Escola, e fizeram desenhos de tudo o que foi assimilado.

Dora Pires dos Santos, orientadora pedagógica, ressalta que promover ações como estas não é um fato isolado na escola. “Procuramos, no dia-a-dia, trabalhar com a questão da cidadania e o desenvolvimento de valores, além de transmitir que a responsabilidade com a segurança não deve ser só das autoridades, mas uma preocupação de todos para a construção de um país melhor.”

“Ensinando os alunos desde cedo a ter paciência e tolerância com os outros, bem como respeitar as leis de diretrizes, iremos transformar comportamentos ofensivos e perigosos em atitudes adequadas e educadas nos motoristas de amanhã”, reforça Rosângela Haas, professora do Jardim II.

Há mais de 37 anos o Colégio Augusto Laranja, instituição de ensino de São Paulo, apresenta propostas inovadoras e proporciona a seus alunos o desenvolvimento das habilidades necessárias a uma formação integral, ajudando-os a crescer e preparando-os para a vida. Situado nos bairros de Moema e Campo Belo, oferece educação desde a Educação Infantil ao Ensino Médio, além de um programa de educação bilíngüe – English Program e um especial preparo para o vestibular.

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Micro para os pequenos

Fonte: Revista Veja, 12/5/04, Guia.


Cercadas por computadores em toda parte, crianças naturalmente se interessam por eles antes de completar 2 anos. Assim como ocorre com a televisão, é comum os pais recearem que o filho se vicie no monitor. Eis alguns conselhos:

- Aos 2 anos, o fascínio é maior pelo objeto que pelo uso do computador. Nessa idade, segundo Jânia do Valle, especialista em tecnologia educacional e diretora de informática de um colégio de São Paulo, deixá-la mexer no mouse e ver fotos e figuras na tela é o bastante.

- Limite o tempo junto à máquina. Crianças muito pequenas raramente se concentram por mais de quinze minutos. Aos 4 anos, pode-se ficar até uma hora brincando, mas interrompa a atividade ao menor sinal de cansaço ou desatenção.

- Procure sites e CDs-Rom interativos (confira sugestões para diferentes idades em www.veja.com.br). Fique junto da criança o tempo todo e estimule-a da mesma forma que na leitura de um livro, fazendo perguntas sobre as imagens e os sons na tela.

- Não se preocupe em usar o computador como instrumento educativo - com programas que ensinam o alfabeto ou matemática, por exemplo. O importante é que a criança encare a máquina como um brinquedo. Assim ela verá o computador como fonte de diversão.

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Diálogo de estudantes

Fonte: Jornal da Educação e Cultura, maio/2004



Com dois grupos da 2ª Série do Ensino Médio, o Colégio Augusto Laranja participa do concurso "Mondialogo" promovido pela UNESCO, que tem como objetivo incentivar o diálogo entre estudantes de todo o planeta e despertar o respeito a outros povos e culturas, condições básicas para o exercício da paz mundial. No final do semestre, das 1.500 escolas inscritas, as 25 mais envolvidas no projeto serão convidadas a participar de um congresso em Barcelona, Espanha. Durante a cerimônia, que acontecerá em setembro, as três primeiras colocadas receberão, respectivamente, doações de 500 euros, 1.000 euros e 1.500 euros.

Conheça os trabalhos dos alunos.

 

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AUGUSTO LARANJA PARTICIPA DE CONCURSO DA
UNESCO PARA A PAZ MUNDIAL

Fonte: www.jornalexpress.com.br


Projeto "Mondialogo" vai possibilitar que o Colégio crie e fortaleça vínculos com escola de Uganda.

Com dois grupos da 2ª série do Ensino Médio, o Colégio Augusto Laranja participa do concurso "Mondialogo", promovido pela Unesco, que tem como objetivo incentivar o diálogo entre estudantes de todo o planeta e despertar o respeito a outros povos e culturas, condições básicas para o exercício da paz mundial.

O "Mondialogo" está dividido em duas etapas: na primeira, cada escola participante fará uma pesquisa para descobrir sua própria cultura e pode abranger a cidade, estado ou país onde está localizada. Os grupos do Augusto Laranja elegeram focar os 450 anos de São Paulo. Na segunda etapa, os alunos irão criar e fortalecer vínculos com a escola parceira - no caso do colégio paulistano, as duas ficam em Kampala, Uganda.

No final do semestre, das 1.500 escolas inscritas as 25 mais envolvidas no projeto, bem como suas parceiras, serão convidadas a participar de um congresso em Barcelona, Espanha. Durante a cerimônia, que acontecerá em setembro, as três primeiras colocadas receberão, respectivamente, doações de 500 euros, 1.000 euros e 1.500 euros.

Os alunos do Augusto Laranja já deram início aos trabalhos da primeira fase. Dentro do programa das aulas de Atualidades, estão desenvolvendo oito temas que retratam os principais aspectos culturais da cidade de São Paulo, que estão assim divididos: esportes, gastronomia, arquitetura, música, lazer, folclore, cultura indígena e Carnaval.

Paralelamente, começam os contatos com a escola parceira, a fim de conhecer a instituição, saber até que ponto uma cultura influencia a outra, trocar conhecimentos e descobrir seus principais valores.

"O Mondialogo é uma oportunidade única na qual estudantes do mundo todo podem manter contato visando a coexistência pacífica no presente e no futuro", explica Cláudia Priore, professora de Atualidades do Augusto Laranja e coordenadora do projeto. "Os participantes aprendem a importância do respeito, tolerância e entendimento mútuo, fundamentais para o incentivo da paz", finaliza.

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O primeiro dia na escolinha

Fonte: Revista Meu Nenê, fev/04

Um bom período de adaptação é fundamental para que a criança encare com entusiasmo e segurança esse momento.
Depois de passar um bom tempo procurando uma escola bacana para matricular seu filho, chega a hora de encarar mais uma etapa: os primeiros dias de aula. Nesse momento as crianças e as mães ficam bastante ansiosas. "É preciso ter confiança na escola que você escolheu. Se a opção foi criteriosa, não há com que se preocupar.", afirma Tânia Zagury, educadora e autora do livro Escola sem Conflito: Parceria com os Pais (Editora Record).
Mas quem não fica com aquele aperto no peito ao ver o pequeno entrar na sala com os olhos cheios de lágrimas? Ainda mais se a criança estiver com mais de 2 anos de idade. Nessa fase já percebemos que eles têm uma boa noção de quem realmente conhecem ou não. "A ida à escola é uma quebra na rotina de vida do pimpolho", explica Rosimari Ussifati, diretora do curso de Educação Infantil do Colégio Augusto Laranja.
Diante disso, investir no bom começo é fundamental para que seu filho se sinta bem. E é aí que entra o tão falado período de adaptação. Ele é necessário para que o baixinho aceite bem a escola e crie confiança nas pessoas que estão ali. Afinal, tudo é estranho naquele lugar, e separar-se da pessoa - a mãe, a babá ou a avó - que antes ficava com ele o dia inteiro causa um tremendo impacto. Nesse momento, é importante contar com a colaboração e experiência dos profissionais que acompanharão seu filho durante o horário escolar.
No início, a mãe permanece na escola durante todo o horário em que a criança fica por lá. Em geral, os pequenos cumprem metade da carga horária. Aos poucos a mamãe vai se distanciando das brincadeiras até o pequeno se "esquecer" que ela está por perto. Da mesma forma, a quantidade de horas que a criança permanece na escola vai aumentando gradativamente. "Essa é uma forma de manter o desejo de voltar e de fazer com que a curiosidade não se esgote de um dia para outro", explica a educadora Rosimari.
O pimpolho, então, vai vencendo suas próprias barreiras e criando a confiança necessária no novo ambiente. O tempo para que isso aconteça é muito relativo. As escolas orientam a mamãe a ficar vigilante durante, pelo menos, quinze dias. Algumas crianças, porém, ficam bem em um dia, outras precisam de um mês para se soltar e curtir. E ainda há aquelas que não apresentam problemas na primeira semana, mas na segunda começam com o chororó. Tudo é normal. O importante é manter a tranqüilidade e saber respeitar os limites dos pequenos.

Participação ativa
A ida à escola começa antes mesmo do início das aulas. Cabe aos pais preparar o filho através de uma boa conversa. Explique o que é a escola, que ele vai fazer novos amigos e que todos irão trata-lo bem. "Mostre de forma positiva que aquele universo vai ser bom para ele", explica Tânia Zagury.
Se por um lado é a criança que precisa desse apoio para se sentir bem, por outro algumas mães sofrem com a separação. "Encare como uma nova oportunidade de seu filho criar vínculos diferentes dos familiares e fazer amigos longe da supervisão de um conhecido", diz Marilyn de Oliveira, educadora e diretora do Centro Cultural Ludus Primus, no Rio de Janeiro. Ela mesma já presenciou, várias vezes, mamães que caem no choro ao deixar os filhos ou que se sentem mal quando a criança fica bem. "Na verdade não querem romper a ligação de dependência com a cria", explica.
Numa situação como essa, vale lembrar que mesmo com pessoas novas em seu círculo de amizades o pequeno continua precisando dos pais. "O vínculo familiar é insubstituível, o afeto de papai e mamãe vai sempre existir", afirma Rosimari.
Também caberá à mãe, ou à pessoa que fica o maior tempo do dia com a criança, identificar se está tudo bem. Confiar na escola é importante, mas não cegamente. Se algo está incomodando, procure a direção e faça todos os questionamentos necessários. A relação entre professor, diretor e pais deve ser tão bem cuidada como a da criança com a escola.

Choro e cara feia
A gerente de produto Cecília Gordillo Gonzalez, 29 anos, conta que colocou a filha Gabriela aos 2 anos e meio na escolinha. No início foi tudo bem, mas um tempo depois a menina começou a dar escândalos na hora de sair de casa. Os especialistas explicam que o choro, a resistência na hora de entrar na sala de aula e os escândalos, no primeiro mês, são considerados normais. O problema surge quando esses sinais se estendem por muito tempo. "A mãe precisa ter sensibilidade para saber até que ponto insistir", diz Rosimari. Às vezes pode ser um problema na escola ou então da própria criança. Se a reação for acompanhada de outros fatores como agressividade, por exemplo, é importante encaminhá-la a um profissional", alerta Silvana Rabello, psiquiatra e professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Baixinhos que começam a apresentar algumas mudanças de comportamento, como voltar a fazer xixi na roupa ou usar chupeta, ainda que muitas pessoas considerem normal, merecem atenção segundo a psiquiatra Silvana. "Não pense que tudo isso é bobagem. Como a criança ainda não sabe se expressar com palavras, essa é a forma que encontra para dizer que não está bem", explica.
Um período de adaptação muito conturbado, com cobranças e choro, pode trazer problemas futuros também. Com o tempo, esse pequeno acaba se tornando introvertido e apresenta problemas de aprendizagem. Diante disso, a orientação dos peritos em educação é nunca forçá-lo a fazer nada. "De repente, ele ainda não está preparado para conhecer esse mundo novo. Se isso acontecer, espere mais alguns meses e depois tente coloca-lo novamente numa escolinha", finaliza Silvana.

Dez conselhos para as mães de primeira viagem

 

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Família na escola

Fonte: Revista Profissão Mestre, jan/2004


Um dos diferenciais de um bom colégio pode ser incentivar a participação dos pais. Como o colégio paulista Augusto Laranja, que vem trazendo pais voluntários (dentistas, veterinários etc.) para realizarem uma palestra interativa sobre profissões, repassando aos alunos um pouco de seus cotidianos. "Na apresentação da corretora, foi montada uma pequena cidade e abordado o respeito no trânsito, a direção preventiva e a importância de protegermos um bem", comenta Rosimari Ussifati, diretora do curso de Educação Infantil da escola.
Saiba mais.

 

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